- Deltan Dallagnol aparece com 28,2% das intenções de voto para o Senado no Paraná, segundo levantamento da Paraná Pesquisas divulgado em 13 de abril de 2026.
- Apesar da participação nas pesquisas, ele permanece inelegível até 2030 devido à cassação do registro de candidatura pelo TSE em maio de 2023.
- Em primeiro lugar está Alvaro Dias, com 44,5%.
- A pesquisa ouviu 1.500 pessoas em 56 municípios entre 10 e 12 de abril de 2026; a margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, com 95% de confiança, e o estudo custou R$ 135.025, financiado pelo Partido Liberal.
- O TSE, ao cassar o registro de Dallagnol, apontou cinco elementos para a inelegibilidade: sanções no CNMP, 15 procedimentos em tramitação, demissão de Diogo Castor de Mattos, exoneração ocorrida 16 dias após esse episódio e afastamento 11 meses antes da eleição, superior ao prazo exigido.
Deltan Dallagnol figura com 28,2% de intenção de voto para o Senado no Paraná, segundo levantamento da Paraná Pesquisas divulgado em 13 de abril de 2026. O registro dele já está cassado pelo TSE, tornando-o inelegível até 2030.
Alvaro Dias aparece em primeiro lugar, com 44,5% das intenções de voto. A pesquisa ouviu 1.500 pessoas em 56 municípios entre 10 e 12 de abril de 2026, com margem de erro de 2,6 pontos percentuais. O estudo tem grau de confiança de 95% e está registrado no TSE como PR-06559/2026.
Ainegabilidade de Dallagnol decorre da decisão de 2023, quando o TSE reverteu uma autorização anterior do TRE-PR para a candidatura. O tribunal entendeu que a exoneração foi usada para enfrentar punições disciplinares.
Elementos da inelegibilidade
- O relator Benedito Gonçalves apontou que Dallagnol já tinha duas sanções disciplinares no CNMP.
- Havia 15 procedimentos administrativos em tramitação contra ele no CNMP.
- O procurador Diogo Castor de Mattos, colega da força-tarefa Lava Jato, foi demitido pelo CNMP em 2021.
- Dallagnol pediu exoneração 16 dias após esse episódio.
- A exoneração ocorreu 11 meses antes da eleição de 2022, apesar de o afastamento exigir apenas 6 meses.
O outro lado
A defesa afirma que ele está elegível. Segundo a defesa, o TSE indeferiu o registro de 2022, mas não decretou inelegibilidade para futuras eleições. Alega ainda que o TSE não condenou seus direitos políticos. A nota enviada ao Poder360 sustenta a elegibilidade plena para 2026.
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