- Eduardo Bolsonaro afirmou que o ministro Alexandre de Moraes teria tentado acessar seus dados pessoais enquanto ele morava nos Estados Unidos, em publicação na rede X.
- A declaração cita relatório divulgado em 1º de abril pelo Comitê do Judiciário da Câmara dos EUA, que critica decisões de Moraes e diz que afetam cidadãos no país.
- O documento cita o ex-deputado como defensor de sanções dos EUA contra Moraes e menciona possível censura extraterritorial.
- Eduardo vinculou o episódio à prisão recente de Alexandre Ramagem nos Estados Unidos, sem apresentar provas, sugerindo ligação entre as ações.
- A fala amplia tensões entre aliados de Jair Bolsonaro e o Supremo Tribunal Federal, em meio a disputas políticas com repercussão internacional.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou que o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes tentou acessar dados pessoais seus enquanto ainda morava nos Estados Unidos. A alegação foi publicada nesta quarta-feira 15, na rede social X.
Segundo Eduardo Bolsonaro, o Comitê Judiciário da Câmara dos EUA revelou que Moraes teria buscado informações dele sem previsão de autorização, questionando a eventual motivação por trás da suposta ação. A publicação sugere a possibilidade de prisão em território americano, dependendo do status migratório.
A acusação faz referência a um relatório divulgado no dia 1º de abril pelo Comitê do Judiciário da Câmara dos Representantes dos EUA, intitulado O ataque à liberdade de expressão no exterior: o caso do Brasil. O documento critica decisões de Moraes e adota a alegação de impacto a cidadãos nos EUA.
No relatório, Eduardo Bolsonaro é citado como defensor de sanções dos EUA contra Moraes. Também aparece descrito como alvo de censura extraterritorial, segundo o texto. A menção ocorre no contexto de tensão entre aliados de Jair Bolsonaro e o STF.
O ex-deputado associou o incidente à prisão de Alexandre Ramagem nos Estados Unidos, ocorrida recentemente. Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência, foi detido pelo ICE em Orlando, na Flórida, e liberado dois dias depois, segundo o relatório citado.
Eduardo Bolsonaro não apresentou evidências públicas que comprovem a suposta tentativa de Moraes de acessar dados, mas sugeriu uma ligação entre a atuação de autoridades brasileiras e o caso Ramagem. A declaração amplia o confronto entre setores políticos aliados de Bolsonaro e o STF.
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