- Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, foi preso nesta quinta-feira (16) em Brasília na quarta fase da Operação Compliance Zero.
- O caso investiga crimes financeiros, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa em instituições financeiras.
- Costa comandou o BRB de janeiro de 2019 até novembro de 2025, quando foi afastado por decisão judicial.
- A Polícia Federal suspeita que ele tenha recebido pelo menos seis imóveis do empresário Daniel Vorcaro, sendo dois em Brasília e quatro em São Paulo.
- Além da prisão, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo.
Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, foi preso pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (16), em Brasília. A prisão integra a quarta fase da Operação Compliance Zero, que mira esquema de lavagem de dinheiro e corrupção envolvendo instituições financeiras. O objetivo é reunir evidências sobre crimes financeiros e organização criminosa.
Costa comandou o BRB entre janeiro de 2019 e novembro de 2025, quando foi afastado por decisão judicial. Antes do cargo, atuava como vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital da Caixa Econômica Federal. Ele tem mais de duas décadas de atuação no mercado financeiro.
A operação também cumpriu sete mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo. Os federais investigam recebimento de vantagens indevidas e outros ilícitos ligados ao esquema. Costa foi detido durante as ações de hoje.
Rasto de operações e imóveis
Segundo apurações, a PF suspeita que Costa tenha recebido ao menos seis imóveis do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Os imóveis seriam localizados em Brasília (2) e São Paulo (4). As buscas visam esclarecer o uso de ativos na suposta organização criminosa.
A ofensiva envolve ainda outros alvos, com apurações centradas em crimes financeiros, lavagem de dinheiro, corrupção e participação em uma rede de atos ilícitos. As informações ainda estão em andamento e não houve conclusão oficial da investigação.
A defesa dos investigados não foi oficialmente disponibilizada pela PF até o fechamento deste texto. O Portal R7, que acompanha o caso, aguarda posicionamento dos envolvidos e confirmações oficiais sobre os próximos passos da investigação.
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