- O presidente do STF, Edson Fachin, procurou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para manifestar preocupação com o relatório da CPI do Crime Organizado que pedia o indiciamento de ministros da corte.
- Fachin reiterou que ninguém está acima da lei e criticou a politização da comissão, principalmente em ano eleitoral.
- O tom foi cordial e houve tentativa de negociação, contrastando com críticas de ministros citados no relatório, como Gilmar Mendes e Dias Toffoli.
- Para Alcolumbre, Fachin destacou os esforços para aprovar um código de ética e temeu que a aprovação do relatório da CPI atrase essa iniciativa da corte.
- O relatório, rejeitado pela comissão, apontava crime de responsabilidade dos ministros por atrapalhar investigações e por omissão no combate ao crime organizado.
O presidente do STF, Edson Fachin, encaminhou uma comunicação ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, manifestando preocupação com o relatório da CPI do Crime Organizado que pedia o indiciamento de ministros da Corte. Segundo relatos, Fachin ressaltou que ninguém está acima da lei, ao mesmo tempo em que criticou a politização do andamento da comissão, especialmente em ano eleitoral.
O tom adotado pelo ministro foi mais cordial e voltado à negociação. Em contraponto, magistrados citados no relatório, como Gilmar Mendes, classificaram as conclusões do relator como arbitrariedades. Dias Toffoli também disse que o senador Alessandro Vieira, autor do parecer, não deveria ser reeleito.
Para Alcolumbre, Fachin mencionou os esforços para aprovar um código de ética e expressou a preocupação de que a eventual aprovação do relatório da CPI possa prejudicar essa iniciativa do STF. O relatório, que foi rejeitado pela comissão, apontava supostos crimes de responsabilidade dos ministros por atrapalhar investigações e por omissão no combate ao crime organizado.
O ministro defendeu o respeito entre o parlamento e o STF, destacando a necessidade de manter a separação entre os poderes.
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