- Durante sessão no plenário do Supremo Tribunal Federal, nesta quinta-feira, 16, o ministro Gilmar Mendes afirmou que parou de dar aulas com regularidade para evitar ser visto como professor ausente.
- Ele explicou que não quer manter uma rotina fixa de aulas por conta da agenda e para não ficar marcado como alguém que não comparece.
- Para ilustrar, contou o caso de um político que se apresentava como professor, mas não comparecia às aulas, e alunos criaram uma premiação com um fusca para quem realmente assistiu às aulas.
- Ao terminar a história, Gilmar declarou: “não quero que ocorra isso comigo”.
- O ministro Alexandre de Moraes, em tom de brincadeira, questionou se ele não gostaria de ganhar o fusca prêmio ou se preferiria outro carro.
Durante a sessão do plenário do STF nesta quinta-feira, 16, o ministro Gilmar Mendes afirmou que evita manter aulas regulares para não ser visto como um professor ausente. A razão, segundo ele, é não ficar marcado por faltas.
Ele explicou que, devido à agenda, não adota uma rotina fixa de ensino e não quer ficar associado a um docente que não comparece. A ideia é preservar a imagem profissional diante do público.
Para ilustrar o ponto, o ministro contou um episódio envolvendo um político que se apresentava como professor de faculdade, mas não comparecia às aulas. Segundo a narrativa, os alunos teriam criado uma premiação com um fusca para quem realmente participasse das aulas. Ao retomar a história, Gilmar afirmou que não quer que isso ocorra com ele.
Reação entre colegas
Na sequência, o ministro Alexandre de Moraes comentou de forma bem-humorada se o decano desejava ganhar o suposto fusca prêmio ou outro carro, insinuando apenas o tom da conversa entre eles. O momento gerou risadas entre os presentes no plenário sem alterar o teor informativo da fala.
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