- O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que o governo estuda medidas sobre combustíveis, incluindo uma possível ação para reduzir o preço da gasolina.
- O pacote já anunciado prevê subvenções ao diesel, mas Guimarães disse que isso não basta, já que há a gasolina no radar.
- Ele não revelou quais medidas serão adotadas, destacando que depende do aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que o governo pode tomar outras ações.
- Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, Guimarães indicou que, se for necessário aumentar o endividamento do país para evitar impactos da guerra no Irã, será feito.
- O governo já publicou medidas para controlar o preço dos combustíveis, entre decretos, medidas provisórias, subsídios à importação e elevação de imposto à exportação.
O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, disse que o governo Lula estuda medidas sobre combustíveis, incluindo uma ação para reduzir o preço da gasolina. O pacote atual já prevê subvenções ao diesel, mas o ministro afirmou que isso não basta.
Guimarães evitou adiantar medidas antes do aval do presidente Lula, mas informou que o governo vai adotar outras ações. Ele ressaltou que o cenário internacional, com tensões globais, impacta a economia brasileira e demanda respostas adicionais.
O ministro falou na primeira entrevista coletiva no Palácio do Planalto desde sua posse, na terça-feira, 14. Ele citou a necessidade de respostas que não repassem custos para o consumidor, mantendo o equilíbrio fiscal.
Medidas em análise
Guimarães explicou que o governo avalia ações coordenadas com ministérios, incluindo Fazenda, Planejamento e Casa Civil. A pauta envolve custos de combustível, subvenções e possíveis ajustes na tributação para compensar impactos.
Ele mencionou que, caso seja necessário aumentar o endividamento público para evitar efeitos da guerra no Irã sobre a economia brasileira, a medida pode ser adotada. A ideia é proteger a população diante de choques externos.
O governo já publicou decretos e medidas provisórias para conter preços, como subsídios à importação e ajustes na tributação de exportação. O foco é evitar repassar custos aos consumidores sem comprometer a responsabilidade fiscal.
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