- José Guimarães, ministro da Secretaria de Relações Institucionais, disse ser radicalmente contra qualquer socorro do governo ao BRB, ligado ao caso Banco Master, e afirmou que essa é a orientação do presidente Lula.
- O ministro afirmou, em café da manhã com jornalistas no Planalto, que não há margem de negociação sobre ajuda ao BRB.
- O BRB é banco público do Distrito Federal e qualquer socorro envolveria recursos públicos; o governo federal não pretende intervir para proteger envolvidos.
- A Polícia Federal prendeu o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, na 4ª fase da operação Compliance Zero, sob suspeita de permitir operações sem lastro com o Banco Master e de descumprir governança.
- A operação envolve 2 mandados de prisão preventiva e 7 de busca e apreensão, ocorrendo no Distrito Federal e em São Paulo.
O ministro José Guimarães, da Secretaria de Relações Institucionais, afirmou nesta quinta-feira que é veementemente contrário a qualquer socorro do governo federal ao BRB, banco público do Distrito Federal ligado ao caso Banco Master. A posição também aponta que os responsáveis devem ser punidos, conforme orientação presidencial.
Guimarães reforçou que não há espaço para negociação sobre ajuda financeira ao BRB, ressaltando que envolve recursos públicos e não deve haver intervenção para favorecer envolvidos no caso. A declaração foi feita durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.
A Polícia Federal prendeu o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa na mesma quinta, durante a quarta fase da operação Compliance Zero. A ação investiga supostos repasses sem lastro com o Banco Master e possível descumprimento de normas de governança. Ao todo, 2 prisões preventivas e 7 buscas e apreensões foram deflagradas no DF e em SP.
Detalhes da operação
A PF informou que a operação ocorre no Distrito Federal e em São Paulo e mira possíveis falhas de governança associadas a operações do BRB com o Banco Master. A investigação segue para esclarecer responsabilidades e eventuais danos ao erário.
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