- O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou ser radicalmente contra socorrer o BRB diante de prejuízos ligados ao escândalo envolvendo o Banco Master.
- A declaração foi feita durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, segundo a analista Isabel Mega.
- No DF, a vice-governadora Celina Leão procurou apoio financeiro do governo federal para cobrir o rombo.
- Tanto a equipe econômica do Ministério da Fazenda quanto o governo sinalizam contra o socorro ao BRB.
- A posição de Guimarães reforça a ideia de que a solução do rombo não deve recair sobre a população local.
O novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, disse ser contrário à ideia de o governo federal socorrer o BRB diante de prejuízos associados ao escândalo envolvendo o Banco Master. A declaração foi feita durante um café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.
A fala ocorre em um momento de tensão para o Distrito Federal, que pode enfrentar impactos financeiros caso o rombo resultante do caso não seja coberto de alguma forma. A vice-governadora Celina Leão tem buscado apoio político para responder ao episódio sem atribuições diretas ao governo local, tentando distanciar-se do escândalo que envolve o antigo governo de Ibaneis Rocha.
Segundo apuração, Celina Leão chegou a procurar o governo federal buscando apoio financeiro para mitigar os prejuízos. No entanto, a equipe econômica do Ministério da Fazenda e a ala do Planalto sinalizam contra o socorro ao BRB, posição agora reforçada pela declaração de Guimarães.
Contexto político e desdobramentos são acompanhados por deputados distritais e por assessores da administração do Distrito Federal, que buscam caminhos para evitar que a população arque com as consequências do escândalo. A posição envolve coordenação entre o governo federal e representantes do DF para decidir medidas futuras.
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