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Justiça do RJ nega pedido de suspensão da eleição da presidência da Alerj

Justiça do Rio nega pedido de suspensão da eleição da presidência da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e mantém votação para sexta, com base em regimentos internos

Sessão da Alerj na última terça-feira (14)
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  • A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de Luiz Paulo (PSD) para suspender a eleição do novo presidente da Alerj, marcada para esta sexta-feira (17) às 11h.
  • A desembargadora Suely Lopes Magalhães, do Tribunal de Justiça do Rio, entendeu que as irregularidades apontadas dizem respeito a regras internas da Alerj — como o prazo de convocação e o tipo de votação.
  • O mandado pedia a suspensão até o STF decidir sobre o modelo de eleição para o governo do estado.
  • A decisão segue o precedente do STF de não interferir na interpretação de regimentos internos do Legislativo; a eleição deve ocorrer conforme programado.
  • A magistrada determinou que o desembargador Ricardo Couto permaneça no comando do Palácio Guanabara até decisão do STF, mesmo com a eleição da Alerj em curso e o presidente interino após a prisão de Rodrigo Bacellar.

A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido do deputado Luiz Paulo para suspender a eleição do novo presidente da Alerj, marcada para esta sexta-feira (17) às 11h, na Assembleia Legislativa. A decisão mantém o pleito no calendário.

A desembargadora Suely Lopes Magalhães, do TJRJ, entendeu que as irregularidades apontadas dizem respeito a regras internas da Alerj, como o prazo de convocação e o tipo de votação, aberta ou fechada.

O mandado de segurança pedia que a eleição fosse suspensa até que o STF decida sobre o modelo de eleição para o governo do estado.

Desde a renúncia do governador Cláudio Castro, considerado inelegível por decisão do TSE, o presidente do TJRJ, desembargador Ricardo Couto, assumiu o governo. Ele é o terceiro na linha de sucessão, após o presidente da Alerj.

O presidente interino da Alerj está sob prisão e teve direitos políticos suspensos o ex-presidente Rodrigo Bacellar. O pleito da Assembleia ocorre sob esse cenário de comando interino.

Magalhães ressaltou que, sem a votação, a Alerj ficaria sem eleger sua mesa diretora por prazo indeterminado, o que classificou como interferência desproporcional na autonomia do Legislativo.

A magistrada determinou que Ricardo Couto permaneça no comando do Palácio Guanabara até decisão do STF, mesmo com a eleição da Assembleia já marcada.

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