- Operação Bulwark do Ministério da Justiça, com polícias civis de dezoito estados, cumpriu 26 mandados de busca e apreensão, além de dois de prisão temporária e dois de internação.
- Uma pessoa foi presa em flagrante; dois menores de idade foram apreendidos para internação.
- Autoridades solicitaram moderação de cento e oitenta contas no Facebook, Instagram, TikTok, Telegram e Discord, atingindo mais de cinco mil e quinhentos usuários.
- A ação ocorreu nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Ceará, Pernambuco, Goiás, Pará, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Alagoas, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão, Rio Grande do Norte, Piauí e Acre.
- A operação foi coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, com apoio do Ministério Público e do Ciberlab, visando desarticular ecossistemas digitais que disseminam discurso de ódio e incentivam violência e radicalização de jovens.
O Ministério da Justiça, com a Polícia Civil, deflagrou uma operação para combater discurso de ódio e conteúdos de exploração sexual infantil nas redes. A ação ocorreu nesta quinta-feira (16) em 18 estados, com foco em ambientes digitais nocivos.
Ao todo, foram cumpridos 26 mandados de busca e apreensão, além de dois mandados de prisão temporária e dois de internação de menores. Também foi solicitado o monitoramento de 180 contas em plataformas como Facebook, Instagram, TikTok, Telegram e Discord. Mais de 5.500 usuários foram atingidos.
A ação aconteceu em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Ceará, Pernambuco, Goiás, Pará, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Alagoas, Amazonas, Mato Grosso, Maranhão, Rio Grande do Norte, Piauí e Acre.
Foi coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública e contou com a participação do Ministério Público e do Ciberlab.
Desdobramentos
Segundo a Senasp, a operação Bulwark busca desarticular ecossistemas digitais que disseminam ódio e incentivam violência e radicalização de jovens. As investigações envolveram as polícias civis estaduais e o Ministério Público.
O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, destacou a atuação integrada do Estado para interromper redes nocivas antes de converterem-se em violência no mundo real. A investigação contou com informações do Ciberlab.
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