- O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, defendeu que o PL dos Aplicativos seja votado após as eleições, por falta de consenso entre parlamentares.
- Ele afirmou que, ao chegar para conversar, havia plataformas de um lado e entregadores do outro, tornando a votação inviável naquele momento.
- A retirada de pauta ocorreu pela ausência de acordo entre as partes, com a defesa de que o governo seria apontado como responsável por eventual prejuízo à categoria.
- Em café com jornalistas, Guimarães enfatizou a necessidade de diálogo entre o Planalto e o Congresso para resolver o mal-estar e avançar sem a maioria governista.
- Sua meta é buscar consenso por meio do diálogo, mantendo o debate sobre o PL dos Aplicativos para depois do pleito.
O ministro da SRI, José Guimarães, avisou que o PL dos Aplicativos deve ser votado apenas após as eleições. A defesa ocorre após a retirada da pauta do projeto por falta de consenso entre parlamentares, segundo ele.
Guimarães explicou que, no momento em que chegou ao tema, havia posições divergentes entre plataformas digitais e entregadores, o que dificultava uma votação justa. A oposição também seria capaz de capitalizar eventuais falhas do governo.
O ministro afirmou que o governo não tem maioria no Congresso para aprovar medidas de interesse do setor sem diálogo. Em café com jornalistas, na manhã desta quinta, ele reforçou a importância do diálogo entre Palácio do Planalto e o Legislativo para reduzir o mal-estar entre as instituições.
A meta, segundo Guimarães, é serenidade e busca por consenso. Ele destacou que um entendimento depende da participação de diferentes grupos e de uma construção conjunta de soluções para a categoria.
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