- O ministro José Guimarães disse que, se preciso, o governo pode aumentar o endividamento para salvar a economia popular, mantendo responsabilidade fiscal e social.
- A declaração ocorreu durante um café com jornalistas nesta quinta-feira (15).
- Guimarães afirmou que a guerra no Oriente Médio pode durar dois meses, prazo já usado para as medidas de subvenção ao diesel anunciadas em abril.
- O ministro destacou que as medidas já anunciadas para reduzir o impacto da guerra nos combustíveis são insuficientes e o governo deve anunciar novas ações em breve.
- Entre as possibilidades, ele citou a criação de novas ações voltadas à gasolina, com potencial formato de subsídio.
O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que o governo pode aumentar o endividamento do país para proteger a economia popular diante da guerra no Oriente Médio, mantendo, porém, o foco na responsabilidade fiscal e social. Ele participou de um café com jornalistas na quinta-feira (15).
Guimarães explicou que o governo trabalha com a hipótese de a guerra entre EUA, Israel e Irã durar cerca de dois meses, prazo já adotado para as medidas de subsídio ao diesel anunciadas em abril. Segundo o ministro, não há garantia de que o conflito siga até o fim do ano.
O ministro criticou a ideia de repassar integralmente os custos à população e reiterou que novas ações devem ser anunciadas em breve. Ele sinalizou que uma linha de atuação pode envolver subsídios adicionais para reduzir o impacto da guerra nos combustíveis, incluindo a gasolina.
Novas medidas são estudadas
Guimarães afirmou que as medidas já anunciadas pelo governo para mitigar o efeito da guerra nos combustíveis são consideradas insuficientes. Ele indicou que o Executivo planeja anunciar em breve novas ações voltadas ao tema.
Entre as possibilidades discutidas, ele citou a continuidade de mecanismos de subsídio, ajustados conforme a evolução do cenário internacional e as necessidades do mercado interno. O objetivo é evitar onerar a população de baixa renda.
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