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Polícia mira líder de facção em operação contra tráfico no Noroeste

Polícia Civil sequestra bens do líder de facção no Noroeste, avaliados em mais de R$ 7 milhões, em operação nacional contra tráfico e lavagem de dinheiro

Reprodução canal do Youtube Record Guaiba
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  • A Polícia Civil, via a Draco de Cruz Alta, deflagrou operação contra facção criminosa no Noroeste do Rio Grande do Sul.
  • A investigação envolve tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
  • Nesta fase, o foco é o sequestro de bens do líder do grupo, avaliados em mais de 7 milhões de reais.
  • A ação integra uma mobilização nacional de combate ao crime organizado.
  • A operação visa interromper atividades da facção e facilitar o andamento das apurações.

A Polícia Civil deflagrou uma operação da Divisão de Repressão a Crime Organizado (Draco) de Cruz Alta contra uma facção criminosa investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro no Noroeste do Rio Grande do Sul. A fase atual foca no sequestro de bens ligados ao líder do grupo, avaliados em mais de 7 milhões de reais. A ação faz parte de uma mobilização nacional de combate ao crime organizado.

Os investigadores apontam que o alvo é o líder da facção, com patrimônio ainda sujeito a comprovação e dilação de informações. A operação envolve força-tarefa da Draco e de unidades parceiras, com cumprimento de ordens judiciais para bloquear ativos e bens vinculados ao grupo.

A iniciativa integra uma frente nacional no enfrentamento ao tráfico, à lavagem de dinheiro e à organização criminosa. O objetivo é interromper a capacidade financeira da facção e limitar suas operações no território. A apuração segue com levantamentos de possíveis outros imóveis e ativos.

Sequestro de bens do líder

Bens avaliados em mais de 7 milhões de reais estão sob medidas de indisponibilidade. Os ativos incluem imóveis, veículos e participação societária vinculada ao líder. As informações são decorrentes de ações civis e criminais autorizadas pela Justiça.

A operação continua com diligências para identificação de demais ativos vinculados ao grupo. A Polícia Civil não informou o número de mandados cumpridos nem os nomes oficiais envolvidos, mantendo o devido sigilo aos procedimentos.

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