- O PT mira eleger cerca de 90 deputados federais e 14 senadores em 2026, conforme o vice-presidente nacional Jilmar Tatto em entrevista à CNN.
- Hoje, o PT tem 66 deputados e 9 senadores, incluindo PV e PCdoB na federação com o PT.
- O partido fica atrás apenas do PL em número de parlamentares; este mira até 115 deputados e 20 senadores.
- Tatto diz que a eleição será altamente polarizada entre Lula e Flávio Bolsonaro, com crescimento das duas bancadas.
- O PT pretende manter foco no Planalto e admite composições estaduais, além de citar apoio a Juliana Brizola no Rio Grande do Sul e possibilidade de aliança com o PDT; em São Paulo, Haddad é visto como favorito contra Tarcísio, alavancado por fatores como privatizações e pedágios.
O PT planeja eleger aproximadamente 90 deputados federais e 14 senadores nas eleições de 2026, segundo Jilmar Tatto, vice-presidente da sigla, em entrevista à CNN. O objetivo municipaliza o foco no Congresso, com a meta estratégica de ampliar a bancada.
Atualmente, o PT conta com 66 deputados e nove senadores. A legenda integra com PV e PCdoB uma federação, o que altera a quantidade de cadeiras coaligadas que valem para a contagem oficial.
Em comparação, o PL mira alcançar até 115 deputados e 20 senadores, posição que sinaliza alta competitividade no pleito. A análise ressalta que o pleito tende a polarizar entre Lula e Flávio Bolsonaro.
Panorama da polarização
A avaliação de Tatto é de que a eleição para Câmara e Senado deve ser fortemente polarizada, sem espaço para um eixo central. Ele aponta que o tom da disputa tende a favorecer o crescimento de ambas as bancadas em função dessa bipolarização entre Lula e Flávio.
Na leitura sobre o Palácio do Planalto, Tatto considera provável que a entrada de Lula na corrida fortaleça a dianteira do petista nas intenções de voto. A prioridade do PT continua a vitória presidencial e a construção de palanques estaduais.
Cenário em São Paulo
O deputado aponta Haddad como pré-candidato ao governo de São Paulo, com chances de superar o atual governador Tarcísio de Freitas. Entre os fatores positivos para o ex-ministro, ele cita o desempenho inicial nas pesquisas, o apoio de palanques estratégicos e insatisfação de prefeitos com o incumbente.
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