- Alexandre Ramagem foi detido nos Estados Unidos em 13 de abril e liberado em 15 de abril, após 48 horas sob custódia do ICE.
- Em vídeo publicado no X, ele criticou a Polícia Federal brasileira e o diretor-geral Andrei Rodrigues, chamando-os de “jagunços”.
- Ramagem afirmou que entrou nos EUA em setembro do ano passado de forma regular, com passaporte e visto válidos e sem condenação.
- Disse que mantém status de permanência regular, que seu endereço é conhecido e que suas filhas estudam em escola pública na Flórida.
- Agradeceu a Allan dos Santos, Eduardo Bolsonaro, Paulo Figueiredo e ao senador Hiran Gonçalves por atuarem na liberação, afirmando que a decisão foi administrativa e sem necessidade de pleito ou fiança.
O ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) anunciou, por meio de sua conta no X, que foi detido nos Estados Unidos e que já está liberado após 48 horas de custódia. Ele criticou a atuação da Polícia Federal brasileira e do diretor-geral Andrei Rodrigues.
Ramagem afirmou que entrou nos EUA em setembro do ano passado de forma regular, com passaporte e visto válidos, e sem condenação. Disse que a sua permanência no país ocorreu dentro dos procedimentos legais e que mantém endereço e matrícula de suas filhas na Flórida.
O ex-parlamentar também mencionou ter estudado com a esposa, Rebeca, a possibilidade de pedir asilo e sustentou que o status é de permanência regular nos EUA. Segundo sua versão, não houve qualquer necessidade de fiança ou de pleito judicial.
Além disso, Ramagem citou apoio de figuras ligadas ao então governo de Donald Trump, como Allan dos Santos, Eduardo Bolsonaro e o senador Hiran Gonçalves, alegando que atuaram para sua liberação. Alega que houve reconhecimento de que seu caso não exigia prisão.
Em relação à detenção, ele explicou que ocorreu durante uma abordagem de trânsito rotineira. A defesa brasileira chegou a tratar da deportação, já que Ramagem tem condenação no Brasil, mas a liberação administrativa foi comunicada por aliados nos EUA e, depois, confirmada pela Polícia Federal.
A PF brasileira afirmou ainda não ter acesso ao teor da decisão que permitiu a liberdade de Ramagem em território americano. A situação envolve questões migratórias, cooperação internacional e registros judiciais do ex-deputado.
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