- Marinho diz que grupo político deve reavaliar alianças diante das apurações envolvendo o empresário Daniel Vorcaro e o caso Master, apontando que é a “ponta do iceberg”.
- O PL já tomou decisões estratégicas e o grupo não apoiará o ex-governador Ibaneis ao Senado no Distrito Federal; as candidaturas são a deputada Bia Kicis e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
- Sobre a PEC de redução da jornada de trabalho, o senador afirma que o governo usa o tema para recuperar popularidade e critica a comparação entre setores econômicos.
- Na chapa de 2026, a ideia é buscar um vice que agregue, mantendo Flávio Bolsonaro com perfil moderado e conservador.
- Marinho minimiza conflitos com Michelle Bolsonaro, dizendo que haverá confluência no momento adequado.
O senador Rogério Marinho, coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, afirmou que o grupo político reavalia alianças diante das apurações envolvendo o empresário Daniel Vorcaro e o caso Master. Ele citou a Operação Compliance como elemento para cautela.
Marinho participou do programa Poder Expresso e destacou que as investigações podem atingir integrantes de diferentes poderes. Ele comparou o cenário a um começo de investigação que envolve um grupo influente.
O senador também comentou propostas polêmicas, como a redução da jornada de trabalho, e indicou estratégias para 2026 no que diz respeito à vice-presidente da chapa. Afirmou que o objetivo é ampliar o eleitorado mantendo valores conservadores.
Reavaliação de alianças
Ainda segundo Marinho, o PL já adotou decisões estratégicas para não apoiar o ex-governador Ibaneis Rocha ao Senado no Distrito Federal. Estão na disputa no momento as candidaturas da deputada Bia Kicis e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Eleições de 2026 e a posição de Flávio Bolsonaro
Sobre o estilo da chapa de Flávio Bolsonaro, o senador disse que há pouco pressa e que a escolha visa quem agregue à candidatura. O objetivo é manter um perfil moderado e dialogador, sem abrir mão de valores conservadores.
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