- Belém sedia, a partir de quinta-feira, a III Semana dos Povos Indígenas no Parque da Cidade, reunindo representantes de oito etnoregiões para debates, ações sociais e celebrações culturais, com programação aberta ao público.
- O tema é “Onde a ancestralidade vira decisão” e o evento foca em políticas públicas, gestão ambiental e valorizar a cultura dos povos originários, com atividades ao longo de quatro dias.
- Destaque da programação é o seminário da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI), promovido pelo Governo Federal e pelo Ministério dos Povos Indígenas, com oficinas sobre planejamento e avaliação de estratégias de gestão territorial e ambiental.
- Também estão previstas a eleição dos novos membros do Conselho Estadual de Política Indigenista (Consepi), atendimento social como emissão de documentos e atualização do Cadastro Único, além de ações de cidadania e rodas de conversa com ACNUR e Seduc sobre educação indígena.
- A agenda cultural inclui shows e atividades diárias no palco do parque: quinta, Cássio Costa e Parananin; sexta, Pinduca; sábado, desfile de moda ancestral de Maurício Duarte, DJ Éric Terena e banda 100 Limites; domingo, Arraial do Pavulagem com o tema “Cortejo pela ancestralidade viva”.
A partir desta quinta-feira (16), Belém (PA) recebe a III Semana dos Povos Indígenas, no Parque da Cidade, espaço também utilizado pela COP 30. O tema é “Onde a ancestralidade vira decisão” e o evento é aberto ao público.
A programação reúne representantes de oito etnoregiões indígenas, instituições públicas e comunidades. O objetivo é fortalecer a autonomia e o protagonismo dos povos originários, com debates, ações sociais e celebração cultural.
Entre os destaques está o seminário da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI), promovido pelo Governo Federal e pelo Ministério dos Povos Indígenas. Oficinas tratam de planejamento e gestão territorial.
Ainda na quinta, ocorre a eleição dos novos membros do Conselho Estadual de Política Indigenista (Consepi) e atividades como emissão de documentos e atendimento social, incluindo atualização do Cadastro Único.
A agenda prevê intercâmbio de saberes tradicionais e contemporâneos, com a oficina de comunicação indígena “Pelas lentes da ancestralidade” e o Encontro de Defensores da Bacia do Tapajós, sobre governança hídrica e proteção territorial.
Na sexta, abre a Feira de Etnobioeconomia Ancestral e a Feira de Gastronomia, com rodas de conversa e participação do Acnur sobre indígenas em contexto urbano, além de debate da Seduc sobre educação escolar indígena.
No último dia, domingo, estão marcadas as finais dos jogos indígenas e a continuidade das ações formativas. O encerramento inclui a entrega do Plano de Consulta do Sistema REDD+, posse de conselheiros do Consepi e assinatura de acordos institucionais.
Programação cultural
O palco no Parque da Cidade recebe apresentações diárias das 19h às 22h, destacando a diversidade amazônica e indígena. Quinta: show de Cássio Costa e Parananin; sexta: Pinduca; sábado: desfile de moda ancestral de Maurício Duarte, seguido de DJ Éric Terena e a banda 100 Limites; domingo: Arraial do Pavulagem, tema “Cortejo pela ancestralidade viva”.
Entre na conversa da comunidade