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STF, governo e Alcolumbre fecham o estreito de Ormuz para investigações

Alcolumbre defende o STF; CPI é barrada após mudanças no colegiado, consolidando o ‘estreito de Ormuz’ entre governo, STF e Congresso

Lula e Alcolumbre conversam em cerimônia do governo federal para posse do novo ministro da articulação política
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  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, discursou na cerimônia de posse de José Guimarães como ministro da articulação política do governo Lula, dizendo que há agressão permanente às instituições republicanas.
  • A solenidade ocorreu na terça-feira, 14, horas antes da CPI do Crime Organizado rejeitar o relatório que pedia o indiciamento de ministros do Supremo Tribunal Federal e do procurador-geral da República.
  • O relatório pedia o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e de Paulo Gonet.
  • A base do governo articulou mudanças em três integrantes da CPI para reverter a maioria do texto contra o parecer.
  • O colunista Carlos Andreazza disse que houve um acordo entre Supremo, governo e Alcolumbre para “fechar o estreito de Ormuz” das investigações.

O STF, o governo e Davi Alcolumbre teriam fechado o que o columnista descreve como um “estreito de Ormuz” para investigações, segundo a leitura de Andreazza Reage. O foco é a suposta blindagem de ministros do STF e do PGR na CPI do Crime Organizado.

O episódio ocorreu na solenidade de posse de José Guimarães como ministro da articulação política do governo Lula, na terça-feira, 14. Alcolumbre pediu defesa das instituições republicanas em tom institucional durante a cerimônia.

Segundo o analista, houve uma suposta operação coordenada entre o STF, o governo e o presidente do Congresso para atrasar investigações. A leitura aponta pressão sobre a CPI para evitar indiciamentos.

Contexto da CPI e desdobramentos

O relatório da CPI foi rejeitado pouco após mudanças na composição do colegiado, que teriam favorecido a sua inviabilização. A CPI buscava encaminhar para impeachment ministros do STF e do PGR.

A leitura do columnista cita que ministros pressionaram o governo e o Senado, influenciando a direção dos trabalhos. Ao todo, o episódio é visto como tentativa de frear investigações parlamentares.

A íntegra do comentário de Andreazza está disponível em vídeo. O texto não expressa opinião do portal, apenas acrescenta leitura sobre os bastidores.

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