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STF julga na próxima semana prisão de ex-presidente do BRB

STF analisa, em sessão virtual, manter ou revogar a prisão cautelar do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa na operação Compliance Zero

STF marca para o dia 22 de abril início de julgamento sobre prisão de ex-chefe do BRB.
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  • STF vai julgar na próxima quarta-feira, 22 de abril, se mantém ou não a prisão cautelar do ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, no âmbito da operação Compliance Zero.
  • O julgamento ocorre em sessão virtual, com votos eletrônicos, e fica aberto até 24 de abril.
  • A prisão foi efetuada na manhã de ontem; ele foi detido em casa, no Setor Noroeste de Brasília, encaminhado à Superintendência da Polícia Federal e, depois, ao Complexo Penitenciário da Papuda.
  • A apuração envolve a relação entre o BRB e instituições financeiras privadas, com suspeitas de irregularidades em operações de grande porte, incluindo possíveis fraudes em ativos e transações atípicas.
  • A defesa afirma que a prisão é absolutamente desnecessária e que o ex-presidente não representa perigo à instrução criminal.

O STF decidirá, na próxima quarta-feira (22/4), se mantém a prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, definida no âmbito da operação Compliance Zero. A decisão será tomada pela Segunda Turma, em sessão virtual com votos eletrônicos, aberta até 24 de abril.

O relator do caso, ministro André Mendonça, encaminhou a decisão individual que autorizou as prisões para validação pelos demais ministros da Turma. A pauta segue o rito do Supremo, em que medidas cautelares podem ser revisadas pelo colegiado.

Costa foi preso na manhã de ontem em residência no Setor Noroeste, em Brasília. O segurança foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal na capital, permanecendo até a tarde, quando foi transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda.

Desdobramentos da investigação

As apurações tratam da relação entre o BRB e instituições financeiras privadas, com suspeitas de irregularidades em operações de grande porte. Investigadores avaliam possíveis fraudes envolvendo ativos e transações atípicas.

A defesa do ex-presidente afirmou que a prisão é desnecessária. O advogado Cleber Lopes informou que analisa os fundamentos da decisão, sustentando que Costa não oferece risco à instrução criminal e já estava em liberdade desde o início da operação.

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