Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Caso BRB: delação de Vorcaro e armadilha envolvendo bagrinhos do Master

PF aponta propina de R$ 146 milhões associada a ex-CEO do BRB, com transferência de seis imóveis; prisão decretada na quarta fase da Operação Compliance Zero

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • A Polícia Federal informou que Daniel Vorcaro negociou o pagamento de R$ 146 milhões em propina ao então CEO do BRB, Paulo Henrique Costa, por meio da transferência de seis imóveis.

O inquérito encaminhado ao ministro do STF André Mendonça embasou a prisão de Paulo Henrique Costa, com decreto cumprido no dia 16, na quarta fase da Operação Compliance Zero.

A investigação aponta ligações entre unidades do chamado “cronograma pessoal” do ex-presidente do BRB e condomínios Heritage, Arbórea, One Sixty e Casa Lafer, em São Paulo, além de Ennius Muniz e Valle dos Ipês, em Brasília.

A prisão e as informações foram apresentadas no Estadão Analisa, com o colunista Carlos Andreazza.

O programa Estadão Analisa vai ao ar de segunda a sexta, às 7h, com curadoria dos temas mais relevantes do noticiário.

O caso envolvendo o BRB ganha novo desdobramento com a delação de Daniel Vorcaro. Segundo a Polícia Federal, houve negociação de pagamento de 146 milhões de reais em propina ao ex-CEO do BRB, Paulo Henrique Costa. A propina seria viabilizada por meio de seis imóveis transferidos.

A PF apresentou o inquérito ao STF, apontando embasamento para a prisão de Paulo Henrique Costa. O decreto foi cumprido na quinta-feira, 16, durante a quarta fase da Operação Compliance Zero. As investigações indicam um esquema ligado a Vorcaro e ao ex-presidente do BRB.

Os imóveis conectados ao suposto esquema aparecem em diferentes estados. Em São Paulo, constam condomínios Heritage, Arbórea, One Sixty e Casa Lafer. Em Brasília, estão Ennius Muniz e Valle dos Ipês, segundo os levantamentos da PF.

A apuração envolve ainda o chamado “cronograma pessoal” do BRB, com vínculos entre ativos e pessoas ligadas à gestão do banco. As autoridades seguem acessando documentos e rastreando movimentações para esclarecer o papel de cada parte no caso.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais