- Partidos de direita veem crescer a bancada feminina até 2026, liderada por Michelle Bolsonaro e pela senadora Damares Alves, com foco em candidaturas femininas.
- A estratégia envolve o movimento PL Mulher, com atuação de Priscila Costa no Ceará e a presença de novas lideranças em estados como Ceará, Santa Catarina e Mato Grosso.
- O PL passou de 10 para 16 deputadas federais, enquanto o Republicanos chegou a eight deputadas, correspondendo a 18,6% da bancada do partido.
- Michelle Bolsonaro atua como articuladora e inspiração, com o lançamento do livro Edificando a Nação e a aposta em uma “bancada da Michelle” para renovar o Congresso.
- No Distrito Federal, Michelle pode concorrer ao Senado, acompanhada de candidaturas femininas como Caroline De Toni; em São Paulo, Rosana Valle também recebe apoio para o Senado.
A filiação de direita aposta na força de uma bancada feminina alinhada com Michelle Bolsonaro. PL e Republicanos trabalham para ampliar candidaturas femininas na linha de frente do campo conservador, com foco na brasileira que acompanha a ex-primeira-dama.
A ideia, publicada em manifesto do PL Mulher, é ampliar a atuação de lideranças já em ascensão. Priscila Costa, pré-candidata ao Senado pelo Ceará, afirma que a estratégia busca ocupar espaços de poder sem abrir mão de valores familiares e religiosos.
Michelle Bolsonaro atua como eixo de articulação, promovendo encontros regionais e fortalecendo o movimento nas bases do PL e do Republicanos. A meta é renovar o Congresso em 2027 com uma bancada feminina de peso.
Deslocamento estratégico e liderança regional
A cearense Priscila Costa já ocupou suplência na Câmara Federal e mira o Senado com apoio de Valdemar Costa Neto, presidente do PL, e do casal Bolsonaro. A candidatura integra a chamada bancada da Michelle.
No Ceará, Santa Catarina e Mato Grosso emergem lideranças que discursam alinhadas ao espaço conservador, impulsionadas pela imagem de Michelle e pela atuação de dirigentes regionais do PL Mulher.
Damares Alves, do Republicanos, sinaliza apoio às alianças entre mulheres conservadoras. O fenômeno tem resultado no aumento de vagas femininas na bancada de cada partido, com impactos dentro de estados e legendas.
Panorama nacional e perspectivas 2026
No Distrito Federal, Michelle Bolsonaro pode disputar o Senado, enquanto apoia candidaturas femininas de outras regiões. No Ceará, a deputada Rosana Valle também recebe incentivo de Michelle para concorrer ao Senado em São Paulo, com a participação de outras colegas.
Ao longo de 2024 e 2025, o PL Mulher e o movimento Mulheres Republicanas expandiram sua atuação em diversas unidades da Federação, elevando o número de vereadoras eleitas e fortalecendo a profissionalização da militância conservadora.
A publicação do livro-manifesto Edificando a Nação — Sobre Bases e Valores serve como referência para a estratégia de 2026, indicando objetivos de formação de lideranças, mobilização de base e cobertura de estados-chave para o pleito.
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