- Eduardo Bolsonaro comentou a fala de Lula sobre regulamentar redes sociais, dizendo que, se houver censura, não se trata de democracia.
- O ex-deputado afirmou que 65% dos eleitores de direita se informam pelas redes sociais.
- Em Barcelona, Lula afirmou que a aprovação do ECA Digital foi o primeiro passo para regulamentar plataformas digitais e defender a soberania nacional.
- O presidente ressaltou que é preciso regulamentar tudo o que for digital e não pode ser visto como liberdade de expressão a chamada “indústria da mentira” e a transmissão do ódio.
- Eduardo Bolsonaro enfrenta ação penal no Supremo Tribunal Federal por coação ao longo do processo envolvendo a condenação de Jair Bolsonaro; ele não compareceu ao depoimento por videoconferência.
Eduardo Bolsonaro comentou nesta sexta-feira sobre a fala de Lula sobre regulamentar as redes sociais. O ex-deputado afirmou, no X, que se houver censura não há democracia, e que eleitores de direita buscam informações nas redes.
Segundo ele, 65% dos eleitores de direita se informam por meio das redes sociais, destacando a importância dessas plataformas para o público conservador.
Em Barcelona, Lula defendeu ampliar a regulamentação de conteúdos digitais, afirmando que o ECA Digital foi o primeiro passo para regular tudo o que é digital e proteger a soberania nacional.
O presidente afirmou que não se pode tratar como liberdade de expressão o que chamou de indústria da mentira e de transmissão do ódio, e que a regulação deve abranger plataformas que causem danos à democracia.
ECA Digital e soberania
Lula reforçou que a regulamentação busca proteger adolescentes e ampliar regras para conteúdos online considerados prejudiciais, visando uma resposta mais firme do Estado diante de abusos na internet.
Questões legais envolvendo Eduardo Bolsonaro
Nos EUA, Eduardo Bolsonaro enfrenta ação penal no STF desde fevereiro de 2025 por coação no curso do processo que condenou Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão por crimes como golpe de Estado. O ex-deputado não compareceu ao depoimento por videoconferência marcado pelo ministro Alexandre de Moraes; o processo continua.
Entre na conversa da comunidade