- Haddad publicou vídeo criticando Flávio Bolsonaro, chamando-o de “Bolsonarinho” e acusando disseminação de fake news.
- O ex-ministro usa discurso nacionalizante na campanha para o governo de São Paulo, mirando apoio de Lula e o desempenho na Esplanada dos Ministérios.
- No conteúdo divulgado, Haddad comenta sobre regulações de apostas e o papel do governo em impor regras, impostos e fiscalização.
- Pesquisa Paraná Pesquisas mostra vantagem de Tarcísio de Freitas no primeiro turno (47,8% a 33,1% de Haddad); cenário de segundo turno aponta derrota de Haddad (53,4% a 37,3%).
- Haddad inicialmente resistiu à candidatura paulista, mas aceitou a sinalização de Lula para fortalecer palanque em São Paulo.
O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad publicou um vídeo nas redes sociais para criticar a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, chamando-o de Bolsonarinho. A peça é parte de uma estratégia de Haddad de nacionalizar a disputa pelo governo de São Paulo.
No material, Haddad afirma que Flávio espalha fake news e cita imagens associadas a governos anteriores, atribuindo falhas à gestão Lula. O vídeo também aponta a aprovação de leis sobre apostas e o papel do governo Bolsonaro na ausência de regulamentação, segundo o ex-ministro.
Desde o lançamento de sua pré-candidatura ao Palácio dos Bandeirantes, em evento no ABC Paulista, Haddad sinaliza que pretende ampliar o tema nacional e destacar ações do governo Lula para enfrentar o favoritismo do atual governador paulista.
Pesquisas e cenário eleitoral
Em levantamento da Paraná Pesquisas divulgado em 16 de outubro, Haddad aparece em desvantagem: Tarcísio de Freitas tem 47,8% contra 33,1% do petista no primeiro turno. Serra soma 4,6% e Kim Kataguiri, 3,5%.
Na simulação de segundo turno, o cenário aponta vitória de Tarcísio por 53,4% a 37,3% para Haddad, reforçando a distância entre os dois. O PT tem ressaltado a necessidade de palanque forte em São Paulo para 2026.
O impacto político envolve a estratégia de Haddad, que admite participação nacional do debate, e a busca por ampliar a base de apoio para sustentar a candidatura ao governo estadual diante das pesquisas.
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