- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil precisa avançar na transformação de minerais críticos e terras raras para não perder oportunidades, em Barcelona, após assinar acordo com a Espanha para estudo nessa área.
- Lula disse que o processo de transformação deve ocorrer no Brasil e mencionou a importância da segurança nacional, com participação do Conselho Nacional de Política Mineral.
- O acordo foi assinado em seguida a uma declaração conjunta sobre cooperação tecnológica e estratégica entre Brasil e Espanha, durante visita do presidente ao país europeu.
- Lula e o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, destacaram a assinatura do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia como exemplo de cooperação internacional.
- Os dois líderes criticaram países que promovem conflitos armados, sem citar nomes específicos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em Barcelona, que o Brasil precisa avançar na transformação de minerais críticos e terras raras para não desperdiçar oportunidades. A declaração ocorreu após a assinatura de um acordo com a Espanha para estudo nesses dois setores.
Segundo Lula, o país não pode deixar de explorar as riquezas naturais, especialmente em áreas ligadas à revolução energética. Ele citou a necessidade de transformar esses recursos internamente e destacou o papel do Conselho Nacional de Política Mineral no processo.
O chefe do Executivo enfatizou que o acordo com a Espanha é parte de uma estratégia de cooperação internacional, ressaltando o interesse brasileiro em parcerias com outros países. A assinatura ocorreu no contexto de um movimento mais amplo de aproximação entre Brasil e Espanha para pesquisa e desenvolvimento.
Cooperação internacional e marco estratégico
Tanto Lula quanto o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, ressaltaram a assinatura de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia como demonstrador de cooperação internacional. As lideranças disseram que a parceria visa fortalecer negociações trilaterais e reduzir tensões geopolíticas em favor de diálogos e cooperação econômica.
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