- O Ministério Público de Minas Gerais recomendou à prefeitura de Rio Casca a suspensão de perfis pessoais ligados à administração para evitar improbidade administrativa.
- A prática de usar perfis pessoais para divulgar ações do município pode gerar conflito de interesses e violar princípios de impessoalidade e moralidade.
- A recomendação, publicada nesta quarta-feira, estabelece que o prefeito confirme em 10 dias as providências adotadas.
- O MP orienta desvincular os perfis pessoais das atividades administrativas, usando apenas perfis institucionais para divulgar ações municipais.
- Caso não haja cumprimento, o Ministério Público pode ajuizar ação civil pública por improbidade; a prefeitura não se manifestou oficialmente até o momento.
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) recomendou à prefeitura de Rio Casca a suspensão de perfis pessoais vinculados à administração pública. A medida busca evitar que essas contas, usadas para divulgar ações do município, configurem improbidade administrativa.
Segundo o MPMG, divulgar ações municipais por meio de perfis pessoais pode gerar conflito de interesses e violar princípios da administração, como impessoalidade e moralidade. A recomendação foi publicada nesta quarta-feira e o prefeito tem prazo de 10 dias para informar as providências adotadas.
O documento orienta o desvinculamento dos perfis pessoais das atividades administrativas e recomenda o uso de contas institucionais para divulgar ações do município. Caso a prefeitura não cumpra, o Ministério Público poderá ajuizar ação civil pública por improbidade.
A prefeitura de Rio Casca não se manifestou oficialmente sobre o assunto. O município, na Zona da Mata de Minas Gerais, tem cerca de 15 mil habitantes. A reportagem permanece acompanhando o desdobramento da recomendação e as medidas adotadas pela gestão municipal.
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