- O deputado federal de Minas Gerais, Nikolas Ferreira, afirma que seu papel é “atacante” na pré-campanha de Flávio Bolsonaro e diz sofrer ataques unilaterais, inclusive de parte de aliados da direita.
- Ferreira sustenta que a estratégia é convencer eleitores com ideias, como segurança pública e corte de tributos, buscando também indecisos, e não apenas manter a base.
- Ele nega ter atacado a família Bolsonaro ou manipulado algoritmos contra eles, dizendo que é leal às ideias de Bolsonaro e que as críticas são ataques de outros.
- Sobre uma eventual candidatura ao governo de Minas em 2030, afirma que pode ocorrer no futuro, mas que hoje não tem base suficiente e que governar requer planejamento e apoio político.
- No cenário mineiro, diz que a presença de Romeu Zema como vice de Flávio pode somar, destacando o papel de Zema como imagem de gestão em um estado com grande peso eleitoral.
Nikolas Ferreira, deputado federal por Minas Gerais, afirmou que seu papel é de atacante na estratégia de comunicação da pré-campanha de Flávio Bolsonaro. Ele disse sofrer ataques e que alguns aliados se julgam mais Bolsonaro que o próprio Bolsonaro.
O parlamentar revelou que descreve sua atuação como defesa de ideias, não apenas de nomes. Segundo ele, o foco é convencer eleitores com propostas de segurança pública e redução de tributos, indo além de manter a base.
Ferreira afirmou que a discussão interna sobre a campanha não deve reservar o mesmo papel para todos. Ele disse que alguns se concentram em manter votos da base, enquanto a missão dele é alcançar eleitores indecisos.
Sobre as críticas de Eduardo Bolsonaro, o deputado mineiro disse que prefere não entrar em brigas. Afirmou ter desenvolvido lealdade às propostas do Bolsonaro e que não há ataque contra o filho do ex-presidente.
O deputado inclusive mencionou que não houve ataque a familiares de Bolsonaro em seus posts. Garantiu que seu objetivo é manter o foco nas propostas e na linha de atuação defendida pelo grupo político.
Quanto ao uso de redes, Nikolas foi questionado sobre supostos ataques à família Bolsonaro. Ele respondeu que atua como técnico de algoritmo, mantendo distância de provocações e buscando comunicação alinhada com as ideias.
A relação com Eduardo Bolsonaro foi apresentada como de gratidão, mantendo silêncio e trabalho. Ferreira disse que lamenta a distância da família, mas não há rancor, apenas prioridades políticas distintas.
Sobre a possível candidatura ao governo de Minas, ele afirmou que o Executivo é uma meta a longo prazo, dependendo de redes de apoio. Beneficiar a gestão pública é um objetivo, mas há etapas e tempo a observar.
No cenário mineiro, Ferreira entende que a fragmentação da direita pode ser superada com alianças. Ele acredita que a parceria com Romeu Zema, como vice em Flávio, soma para a região, dada a representatividade e a gestão associadas ao nome de Zema.
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