- Oscar Schmidt, ex-jogador, estreou na política em 1997 pelo PPB e foi secretário de Esportes em São Paulo, apoiado pelo padrinho político Paulo Maluf.
- Em 1998, concorreu ao Senado na chapa de Maluf e recebeu quase 37% dos votos, perdendo para Eduardo Suplicy.
- Durante a campanha, defendia leis de incentivo fiscal ao esporte e obrigatoriedade de aulas de civismo e formação religiosa nas escolas, destacando ações de campanha com carreatas e bolas de basquete autografadas.
- Anos depois, declarou apoio a Jair Bolsonaro, afirmando ter confiado e me arrependido; em 2022 afirmou não ter votado em ninguém.
- Paulo Maluf foi condenado pelo STF em 2017 a quase oito anos de prisão por lavagem de dinheiro relacionada à construção da avenida Água Espraiada.
Oscar Schmidt iniciou a carreira política em 1997, filiado ao PPB, ligado ao movimento de Paulo Maluf. Assumiu a função de secretário de Esportes em São Paulo, durante a gestão de Celso Pitta, dedicando-se a projetos da área por 27 anos.
Pouco tempo depois, deixou o cargo para disputar o Senado na chapa encabeçada pelo padrinho político. A campanha o apresentava como promessa jovem do malufismo, com a ideia de influenciar a base de eleitores mais jovens.
Disputa ao Senado
Em 1998, concorreu pela vaga no Senado e obteve quase 37% dos votos válidos, cerca de 6 milhões de eleitores. A eleição foi vencida por Eduardo Suplicy, do PT, que chegou ao mandato.
Apoio a Bolsonaro e arrependimento
Anos depois, Oscar declarou apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou ter se arrependido da participação na eleição de 1998. Em entrevista publicada em 2024, disse que confiou e se decepcionou com a política, chegando a anular seu voto em 2022.
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