- Oscar Schmidt morreu aos 68 anos nesta sexta-feira, 17, em São Paulo.
- Em 1998, ele disputou o Senado pelo PPB (atual PP), apadrinhado por Paulo Maluf, e perdeu para Eduardo Suplicy (PT).
- O ex-jogador recebeu 5.752.202 votos (36,9% dos válidos) contra 6.718.463 votos (43,1%) de Suplicy.
- Em 1997, ocupou a Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo na gestão do prefeito Celso Pitta.
- Em entrevista ao Estadão, em 2024, afirmou que não se arrepende da candidatura e repetiria a experiência, mas não pretende mais se candidatar.
Oscar Schmidt morreu aos 68 anos na sexta-feira, 17, em São Paulo. O ex-jogador de basquete era lembrado pela carreira esportiva e pela incursão na política. A morte foi confirmada pela família e pela imprensa paulista.
Em 1998, Schmidt disputou o Senado pelo PPB, hoje PP, com apoio de Paulo Maluf. A vaga era única, e ele permaneceu na disputa até o fim, não vencendo Eduardo Suplicy, do PT.
O pleito de 1998 consolidou o ex-atleta como figura pública, mas a trajetória política não se encerrou ali. Em 1997, ele assumiu a Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo, na gestão do prefeito Celso Pitta.
Trajetória política
O desempenho nas urnas foi expressivo: Schmidt recebeu 5,75 milhões de votos, 36,9% dos válidos, frente aos 6,72 milhões de Suplicy, 43,1%. O resultado o manteve sem vaga no Senado, mas ampliou sua atuação pública por anos.
Após a derrota, o atleta optou por encerrar a carreira política e seguiu para palestras e, posteriormente, voltou ao basquete como treinador. Em 2024, ele afirmou ao Estadão que não se arrepende da candidatura e repetiria a experiência, mas não pretende novo cargo público.
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