- A campanha de Flávio Bolsonaro identifica o eleitorado católico como campo prioritário a partir de agora, com planos de acenos específicos.
- Pesquisas são usadas para mapear gargalos e definir medidas para estreitar relações com figuras estratégicas do catolicismo.
- Mesmo com convergências ideológicas com o grupo, a percepção é de que o presidente Lula está à frente nesse quesito.
- O entorno do candidato avalia que a família Bolsonaro se destacou mais com lideranças evangélicas nos últimos anos, reduzindo o contato com católicos.
- Planos incluem participação em missas, presença em eventos com lideranças católicas e discursos alinhados aos interesses do grupo.
O plano da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passa a priorizar o eleitorado católico, com ações identificadas em pesquisas internas. A ideia é ampliar contatos e acenos aos católicos para ampliar o alcance eleitoral.
Identificado o alvo, o entorno do bolsonarismo avalia medidas para cativar esse grupo. Observa-se a percepção de que Lula (PT) estaria à frente no momento, mesmo com convergências ideológicas com o catolicismo conservador.
A operação envolve a presença de Flávio em eventos de natureza religiosa e visitas a líderes católicos. A estratégia também contempla participação em missas e interação com padres para ampliar interlocução.
Estratégia de abordagem
A campanha pretende intensificar a aproximação com figuras estratégicas dentro do catolicismo e manter agendas públicas com lideranças religiosas, além de ações voltadas a artistas, padres e outras personalidades próximas ao segmento.
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