- Nova York avalia imposto sobre segundas residências para imóveis acima de US$ cinco milhões, proposto pelo prefeito Zohran Mamdani e pela governadora Kathy Hochul, com objetivo de atingir os ricos que têm imóveis na cidade mas não moram aqui.
- A administração estima que a medida arrecadaria pelo menos US$ 500 milhões por ano para a cidade, diante de um déficit orçamentário expressivo.
- Bilionários reagiram: Daniel Loeb acusou Mamdani de incitar guerra de classes; Ken Griffin recebeu apoio de parte da elite imobiliária, que também destacou o gasto de US$ 238 milhões dele em NYC.
- O ex-presidente Donald Trump criticou a proposta, dizendo que as políticas de imposto estão erradas, em publicação na Truth Social.
- O setor imobiliário diverge: há quem diga que não haverá impacto nas transações, mas outros alertam que compradores ricos podem preferir hotéis, prejudicando moradores de renda comum.
Dois the impostos sobre segundas residências devem entrar no orçamento de Nova York, segundo proposta do prefeito Zohran Mamdani e da governadora Kathy Hochul. O tributo mira imóveis avaliados acima de US$ 5 milhões e visa arrecadar pelo menos US$ 500 milhões por ano. A medida é apresentada em meio a um déficit orçamentário estadual.
A reação tem sido veemente entre investidores bilionários. Daniel Loeb acusou Mamdani de promover uma guerra de classes e destacou a cobertura de US$ 238 milhões de Ken Griffin em Manhattan. Griffin mantém portfólio imobiliário nos EUA e no exterior, incluindo a Flórida, onde transferiu a sede do Citadel em 2022.
Oposição de Wall Street se estende a apoiadores de Griffin. Bill Ackman defendeu Griffin e criticou a ideia de tributar os ricos, sugerindo que a proposta prejudicaria moradores de renda média. Em contrapartida, Haddock e outros executivos do setor imobiliário lembram que impactos são imprevisíveis.
Com o anúncio, o Tesouro estadual avalia o orçamento para a primavera. Hochul afirmou que o imposto seria incluído no orçamento estadual, buscando equilibrar as contas sem repaginar a base de contribuintes de alta renda. A Citadel continua a explorar projetos imobiliários em Nova York, incluindo um novo arranha-céu para seus escritórios.
A reação de mercado inclui avaliações de possíveis mudanças de comportamento entre compradores de luxo. Corretoras destacam que clientes podem buscar alternativas de hospedagem temporária e reduzir visitas de turistas de alto poder aquisitivo. Outros agentes afirmam que o impacto pode ser menor que o esperado.
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