- Oito estados já aderiram ao programa federal para reduzir o preço do diesel importado, com 26 unidades da federação indicando adesão.
- As adesões devem ser formalizadas até quarta-feira, 22 de abril.
- A subvenção prevista é de até R$ 1,20 por litro, com metade custeada pela União e metade pelos governos estaduais (R$ 0,60 cada).
- O governo afirma que o acordo não deve gerar impacto futuro nas contas públicas.
- O presidente em exercício citou a “taxa das blusinhas” como tema do Congresso e mencionou a discussão sobre a escala 6×1, que deve ser decidida pelo Legislativo.
O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, informou que 26 estados já indicaram adesão ao programa do governo para reduzir o preço do diesel importado. A declaração ocorreu durante visita a concessionárias em Valparaíso de Goiás (GO), neste sábado (18). A medida visa atenuar os impactos da guerra no Oriente Médio sobre o custo dos combustíveis e a inflação.
Segundo Alckmin, as unidades federativas devem formalizar a adesão até quarta-feira (22). O programa prevê uma subvenção de até R$ 1,20 por litro, com custo dividido entre União e estados (R$ 0,60 para cada).
Alckmin afirmou ainda que o acordo não trará custos futuros ao Tesouro e reiterou que o governo zerou impostos sobre o diesel e ampliou subsídios. Sobre a chamada “taxa das blusinhas”, o ministro não antecipou posição oficial e indicou aguardar decisão do Congresso.
O presidente em exercício comentou a discussão sobre a escala 6×1, destacando tendência internacional de redução da jornada de trabalho. Afirmou que o estabelecimento de como implantar a mudança — de forma imediata ou gradual — será tema de deliberação pelo Congresso.
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