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Apenas um em cada três países da ONU já teve liderança feminina

Menos de sete por cento dos membros da ONU são chefiados por mulheres, evidenciando desigualdade histórica na liderança mundial

Dilma Rousseff presidiu o Brasil entre 2011 e 2016
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  • Treze dos 193 países da ONU têm chefes de governo ou de estado mulheres, ou seja, menos de sete por cento.
  • Dessas, dez foram pioneiras que chegaram ao poder pela primeira vez.
  • Sri Lanka foi o primeiro país a ter uma mulher no cargo, em 1960, com Sirimavo Bandaranaike.
  • Mia Mottley, de Barbados, é a mulher com o mandato mais longo atualmente; Sheikh Hasina detém o recorde histórico de permanência.
  • Ao longo da história, sessenta e três nações já tiveram lideranças femininas; o Brasil aparece pela gestão de Dilma Rousseff, enquanto Jennifer Simons lidera o Suriname e Claudia Sheinbaum governa o México.

Somente 13 dos 193 Estados-membros da ONU são chefiados por mulheres, o que representa menos de 7%. O dado revela que apenas cerca de um terço da história teve uma líder mulher no mais alto posto. Entre as nações, 10 têm mulheres no comando atualmente.

O estudo aponta que a Suíça lidera em termos de presença feminina no cargo, mas com alta rotatividade: o mandato de cada chefe de estado dura cerca de um ano. Karin Keller-Sutter foi a última a ocupar o posto, em 2025. Já a primeira ocupante mundial foi Sirimavo Bandaranaike, no Sri Lanka, em 1960.

Contexto histórico

A recorrência de lideranças femininas é rara ao longo das décadas. O levantamento do Pew Research Center indica que 63 países já tiveram pelo menos uma mulher no poder, menos de um terço do total. A pesquisa ainda não considera algumas lideranças em ascensão ou interinas, como Laura Fernández, da Costa Rica, que assume em maio.

Casos atuais e regionais

O Brasil figura na lista por mandatos de Dilma Rousseff na década passada. Hoje, a América do Sul tem uma representante eleita, Jennifer Simons, no Suriname. Já na América Latina, Claudia Sheinbaum atua como presidenta do México, segundo o levantamento. O panorama global ainda mostra maior continuidade de lideranças masculinas.

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