- Treze dos 193 países da ONU têm chefes de governo ou de estado mulheres, ou seja, menos de sete por cento.
- Dessas, dez foram pioneiras que chegaram ao poder pela primeira vez.
- Sri Lanka foi o primeiro país a ter uma mulher no cargo, em 1960, com Sirimavo Bandaranaike.
- Mia Mottley, de Barbados, é a mulher com o mandato mais longo atualmente; Sheikh Hasina detém o recorde histórico de permanência.
- Ao longo da história, sessenta e três nações já tiveram lideranças femininas; o Brasil aparece pela gestão de Dilma Rousseff, enquanto Jennifer Simons lidera o Suriname e Claudia Sheinbaum governa o México.
Somente 13 dos 193 Estados-membros da ONU são chefiados por mulheres, o que representa menos de 7%. O dado revela que apenas cerca de um terço da história teve uma líder mulher no mais alto posto. Entre as nações, 10 têm mulheres no comando atualmente.
O estudo aponta que a Suíça lidera em termos de presença feminina no cargo, mas com alta rotatividade: o mandato de cada chefe de estado dura cerca de um ano. Karin Keller-Sutter foi a última a ocupar o posto, em 2025. Já a primeira ocupante mundial foi Sirimavo Bandaranaike, no Sri Lanka, em 1960.
Contexto histórico
A recorrência de lideranças femininas é rara ao longo das décadas. O levantamento do Pew Research Center indica que 63 países já tiveram pelo menos uma mulher no poder, menos de um terço do total. A pesquisa ainda não considera algumas lideranças em ascensão ou interinas, como Laura Fernández, da Costa Rica, que assume em maio.
Casos atuais e regionais
O Brasil figura na lista por mandatos de Dilma Rousseff na década passada. Hoje, a América do Sul tem uma representante eleita, Jennifer Simons, no Suriname. Já na América Latina, Claudia Sheinbaum atua como presidenta do México, segundo o levantamento. O panorama global ainda mostra maior continuidade de lideranças masculinas.
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