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Falta um voto declarado para Messias ser aprovado na CCJ

Messias pode ser aprovado na CCJ com um voto adicional; 13 a 10, seis senadores ainda não declararam voto, incluindo dois aliados da base governista

Antes de ter sua indicação votada pelo plenário, Messias (foto) precisa ser sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça
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  • A Comissão de Constituição e Justiça do Senado tem 13 votos a favor e 8 contrários à indicação de Jorge Messias para o STF, com 6 senadores ainda sem declarar posição.
  • A sabatina está prevista para ocorrer em breve; pelo menos um voto a favor adicional é suficiente para a maioria na CCJ.
  • Entre os indecisos, Cid Gomes e Rodrigo Pacheco tendem a apoiar Messias, enquanto Oriovisto Guimarães deve votar contra.
  • Mudanças partidárias recentes influenciaram o cenário: PL e Novo passaram a fechar questão contra a indicação; Sérgio Moro migrou para o PL e deve votar contra.
  • Outros movimentos partidários incluem Eliziane Gama saindo do PSD para o PT, Soraya Thronicke indo do Podemos para o PSB e Pacheco trocando o PSD pelo PSB.

Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula para ocupar uma cadeira no STF, está a um voto de confirmação na CCJ do Senado. O placar atual aponta 13 votos a favor e 10 contrários, restando seis senadores indecisos. A sabatina deve ocorrer em breve, com a possibilidade de aprovação no colegiado.

Entre os que ainda não declararam voto, estão Cid Gomes, Oriovisto Guimarães, Dorinha Seabra, Rodrigo Pacheco e Vanderlan Cardoso. A tendência entre aliados aponta apoio de Cid Gomes e Pacheco, enquanto Oriovisto deve votar contra, segundo informações de bastidores.

Mudanças partidárias recente alteraram o cenário. PL e Novo criticam a indicação sob o argumento de instabilidade institucional. Moro migrou do União Brasil para o PL e tende a votar contra, segundo as filiações atuais. Eliziane Gama e Soraya Thronicke também passaram por mudanças partidárias.

No conjunto, a CCJ analisa a indicação para substituir o ministro Roberto Barroso, que deixou o STF há cerca de seis meses. Caso passe pela comissão, a sabatina seguirá para o plenário do Senado, onde a aprovação final depende da maioria dos senadores.

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