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Jorginho critica decisão sobre cotas em SC após derrota no STF

Após derrota no STF, governador de Santa Catarina afirma que lei que proibia cotas raciais não foi extinta, mas aprimorada

Governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL)
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  • STF considerou inconstitucional a lei que proíbe cotas raciais em universidades de Santa Catarina.
  • O governador Jorginho Mello afirmou nas redes sociais que a lei não extinguia as cotas, mas as melhorava.
  • A Lei n.º 19.722/2026 foi aprovada pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina no fim de 2025 e sancionada em janeiro.
  • Entidades, partidos e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil recorreram ao STF alegando inconstitucionalidade da matéria.
  • A decisão do STF foi anunciada na sexta-feira, 17 de abril; reportagem completa no NSC Total, parceiro do Metrópoles.

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, criticou nesta sexta-feira a decisão do STF sobre as cotas raciais em universidades catarinenses. A Suprema Corte considerou inconstitucional a lei que proíbe as cotas. Jorginho afirmou que a decisão não extingue as cotas, e sim as teria como melhoria.

A Lei nº 19.722/2026 foi aprovada pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) no fim de 2025 e sancionada pelo governador em janeiro seguinte. Entidades de defesa de direitos, partidos e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ingressaram com ações questionando a constitucionalidade da matéria.

Conforme o STF, a lei contraria dispositivos da Constituição ao vedar políticas de ações afirmativas em instituições públicas de ensino. A decisão do tribunal repercutiu entre apoiadores e opositores das cotas, com diferentes interpretações sobre o alcance da norma catarinense.

Jorginho Mello afirmou pelas redes sociais que a legislação, na prática, não foi revogada, mas estaria sujeita a interpretação judicial. A posição dele reforça a defesa de manter políticas de inclusão em universidades estaduais, conforme a leitura do governo.

Entidades parceiras da discussão destacaram a importância do tema para a igualdade de oportunidades no ensino superior. O STF ainda não detalhou impactos práticos da decisão sobre vagas já reservadas e futuros concursos universitários no estado.

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