- Lula discursou na 1ª Reunião da Mobilização Progressista Global, em Barcelona, sendo ovacionado pela plateia.
- O presidente criticou o formato atual do Conselho de Segurança das Nações Unidas e a extrema direita.
- Ele disse que as forças progressistas devem desmascarar elites econômicas e tecnológicas, citando falas atribuídas ao papa Leão XIV.
- Destacou que o objetivo da mobilização é restabelecer a democracia e o multilateralismo, com o próximo encontro no México.
- Lula afirmou que a esquerda precisa atuar com responsabilidade diante da extrema direita, que, segundo ele, já realizou um golpe de Estado no Brasil.
Em Barcelona, Espanha, Lula da Silva participou da 1ª Reunião da Mobilização Progressista Global, discursando diante de uma plateia que o aplaudiu. O presidente criticou o atual formato do Conselho de Segurança das Nações Unidas e chamou a atenção para a atuação da extrema direita.
Ao longo do discurso, o presidente destacou a necessidade de desmascarar elites econômicas e tecnológicas, que, segundo ele, afirmam defender o povo mas governam para os mais ricos. Também apontou contradições entre discursos de patriotismo e políticas que, na prática, vendem soberania nacional e reduzem a participação social.
Lula ressaltou que a Mobilização Progressista Global busca restabelecer a democracia e o multilateralismo, defendendo debates sem paralisias até o próximo encontro, previsto no México. O presidente elogiou a organização do evento pelo governo espanhol e reforçou que não há motivo para qualquer lado político sentir vergonha de sua posição.
Contexto da Mobilização Progressista Global
O presidente afirmou que a esquerda deve atuar com responsabilidade nos embates com a extrema direita, que, na avaliação dele, utiliza linguagem agressiva e desinformação. Em tom crítico, afirmou que a prática dessa corrente política representa risco real à democracia, citando situações ocorridas no Brasil como exemplo.
Desdobramentos previstos
Ao encerrar, Lula enfatizou a urgência de ampliar diálogos multicêntricos para fortalecer instituições multilaterais. O encontro em Barcelona servirá de preparação para as próximas discussões, com retorno previsto para o México, onde deverá ocorrer o próximo evento da mobilização.
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