Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Lula: extremismo não acabou no Brasil, apesar de condenações

Lula afirma que extremismo não acabou no Brasil e deverá disputar as eleições de novo, mesmo após prisões ligadas à trama golpista, em Barcelona, Espanha

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante 4.ª Reunião de Alto Nível do Fórum em Defesa da Democracia. Feira de Barcelona, Espanha — Foto: Ricardo Stuckert/PR
0:00
Carregando...
0:00
  • Em viagem à Espanha, Lula disse que o extremismo no Brasil não acabou, apesar da prisão e condenação de envolvidos na trama golpista.
  • Ele citou um ex-presidente preso (Jair Bolsonaro), condenado a 27 anos e três meses de cadeia, e quatro generais punidos por tentar um golpe de Estado.
  • O comentário ocorreu durante a 4ª Reunião de Alto Nível do Fórum em Defesa da Democracia, em Barcelona, que reuniu líderes mundiais.
  • Lula afirmou que o problema do multilateralismo é externo, não interno, defendendo ampliar os debates e críticas às estruturas da Organização das Nações Unidas.
  • O presidente criticou gastos militares elevados e guerras, mencionando o Líbano, o Haiti e a necessidade de respeitar a escolha democrática dos povos.

Em viagem à Espanha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que, apesar da condenação dos envolvidos na trama golpista, o extremismo não acabou no Brasil. Ele disse que o extremismo continua vivo e pode disputar as eleições deste ano.

Lula mencionou o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso e condenado a 27 anos de prisão, além de quatro generais de quatro estrelas punidos por tentativa de golpe de Estado. A referência foi indireta ao atual pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A fala ocorreu durante a 4ª Reunião de Alto Nível do Fórum em Defesa da Democracia, em Barcelona. O encontro reúne líderes mundiais para debater a coordenação internacional em prol da defesa da democracia.

Debate sobre multilateralismo

O presidente afirmou que o problema não é interno, mas das Nações Unidas, defendendo ampliar os debates globais. Lula criticou gastos bélicos elevados e defendeu prioridades sociais, como combate à fome e descarbonização responsável.

Ele ressaltou que o mundo não pode gastar trilhões em armas enquanto há gente passando fome. Também pediu respeito às nações menos favorecidas e reagiu contra intervenções e guerras que afetam países vulneráveis.

Lula acrescentou que não se pode permitir o retorno de figuras que se consideram donos do mundo. O presidente disse que eleições devem respeitar a escolha democrática dos eleitores e reiterou o compromisso brasileiro com a defesa da democracia.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais