- A deputada Duda Salabert, do PSOL, apresentou um projeto de lei para proibir a comercialização da fita cola rato no Brasil, alegando crueldade contra os animais.
- Ela disse que a fita prende o rato e o faz sofrer por horas ou dias, além de representar risco de contaminação e evidenciar falhas em coleta de lixo e saneamento básico.
- O empresário Luciano Hang questionou qual seria a alternativa para lidar com ratos, sugerindo que a população enfrentaria a situação de outra forma.
- O médico Francisco Cardoso, do Conselho Federal de Medicina, citou a postagem para comparar com críticas à prática de morte de bebês no ventre e mencionou envolvimento anterior do PSOL em questões ligadas ao tema.
- O tema envolve a ADPF 1141, que questiona resolução do Conselho Federal de Medicina sobre gestação avançada; o caso tramita no STF, com a Procuradoria-Geral da República se manifestando e possibilidade de retomada da norma.
O PSOL defende direitos dos animais e apresentou um Projeto de Lei para proibir a comercialização da fita cola rato no Brasil. A deputada federal Duda Salabert (PSOL-MG), com conteúdo sensível, divulgou o PL nas redes após divulgar imagens de roedores mortos. A medida mira práticas consideradas cruéis.
Salabert afirmou que a fita funciona como armadilha que deixa o animal agonizando por horas ou dias, além de representar risco de contaminação ao prender os ratos. Ela associou a presença de roedores a falhas de coleta de lixo e saneamento básico, sugerindo responsabilidade pública.
A parlamentar disse que torturar animais não resolve problemas de saúde pública nem de saneamento. Críticas surgiram nas redes, com internautas questionando prioridades e a viabilidade da proposta frente a outras demandas.
Em resposta, o empresário Luciano Hang, proprietário da rede Havan, questionou como a população deveria lidar com ratos, sugerindo que a discussão não avança problemas reais do país. O tom foi de discordância com o foco político.
Outro lado envolve o médico Francisco Cardoso, do Conselho Federal de Medicina (CFM). Ele citou a postagem e questionou por que o PSOL não vê crueldade em mortes de bebês no ventre com gestação avançada, ligando o tema a ações judiciais anteriores do partido.
ADPF 1141 e o STF
Cardoso destacou que o PSOL solicitou ao STF a revogação de norma do CFM que proibia a morte de bebês com mais de 22 semanas por assistolia fetal. O ministro Alexandre de Moraes suspendeu a resolução em maio de 2024, atendendo ao pedido do PSOL.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) também se manifestou recentemente sobre a ADPF 1141, que questiona a decisão do CFM. O tema voltou a ganhar pauta no STF, com data indefinida, e a norma pode ser retomada em breve.
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