- Pesquisas apontam indícios de terceira via: 62% dos eleitores estavam indecisos na leitura da Genial/Quaest de abril.
- Em cenário com segundo turno, Lula fica perto de 40%, e a dupla da terceira via, Romeu Zema e Ronaldo Caiado, aparece com 36% e 35%, respectivamente.
- Lula tem 55% de rejeição; Flávio Bolsonaro, 52% de rejeição, dentro da margem de erro.
- Zema, ex-governador de Minas, tem aprovação de 47%; Caiado, ex-governador de Goiás, tem 85% de aprovação, e precisam conquistar indecisos e o grupo de 42% que apoia Flávio.
- A experiência administrativa dos dois candidatos da terceira via é citada, e o cenário pode mudar com a campanha; histórico recente mostra como previsões de pesquisas podem se transformar.
O cenário eleitoral de 2026 ainda não está definido, mas sinaliza a existência de uma terceira via. Pesquisas indicam espaço para candidatos que não estão no leque Lula ou Flávio Bolsonaro. A leitura é de que há indecisos e votos flutuantes relevantes.
Segundo dados da Genial/Quaest, há 62% de indecisos em abril, o que complica previsões para outubro. A mesma sondagem aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula em cenário estimulado, com 42% contra 40%.
Na avaliação de rejeição, Lula aparece com 55% e Flávio, 52%, dentro da margem de erro. Pela leitura atual, a terceira via envolve Romeu Zema e Ronaldo Caiado, ex-governadores de Minas Gerais e Goiás, respectivamente.
A pesquisa também aponta que, em eventual segundo turno, Lula ainda ficaria na faixa de 40%, enquanto Zema e Caiado teriam leve crescimento. Zema aparece com 36% e Caiado, 35%, conforme cenários apresentados.
A trajetória dos dois candidatos da terceira via é associada a governos anteriores com boa avaliação: Zema, 47%, e Caiado, 85%. Ambos precisam ampliar o jogo entre indecisos e o segmento que apoia Flávio Bolsonaro, segundo analistas.
Historicamente, campanhas desorganizam previsões. A imprensa costuma buscar cenários com Lula disputando o segundo turno contra Flávio ou contra a terceira via, mas variações de novembro podem alterar o posicionamento dos favoritos.
Observação de contextos anteriores revela que Caiado disputou pela primeira vez em 1989, terminando em décimo lugar com 0,72% dos votos. Hoje, o objetivo é ampliar o alcance entre eleitores indecisos e contrastar com o desempenho atual de Lula e Flávio.
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