- O Plano de Saúde do Senado gastou R$ 314 milhões em doze anos, com valores atualizados pela inflação.
- São 564 beneficiários no total: 80 titulares em exercício, 185 ex-senadores e 165 dependentes de titulares, além de 134 dependentes de ex-senadores.
- Entre os beneficiários estão ex-senadores como Fernando Henrique Cardoso, José Sarney, Eduardo Suplicy, Fernando Collor e Marta Suplicy, além de Flávio Dino, Flávio Bolsonaro e Davi Alcolumbre.
- O convênio prevê atendimento no exterior e UTI aérea, com rede credenciada incluindo Sírio-Libanês e Albert Einstein.
- O Senado afirmou que todos contribuem com mensalidades; valores variam, por exemplo, em torno de R$ 600 para senador com cônjuge e cerca de R$ 1,2 mil para filhos entre 31 e 33 anos.
O Convênio vitalício do Plano de Saúde do Senado consumiu 314 milhões de reais em 12 anos, atualizados pela inflação. O benefício atende senadores, ex-senadores e dependentes, com cobertura que inclui atendimento no exterior e UTI aérea. Existem 564 beneficiários no total.
Entre os beneficiários, constam ex-senadores como Fernando Henrique Cardoso, José Sarney, Eduardo Suplicy, Fernando Collor e Marta Suplicy. O ministro do STF Flávio Dino também integra o elenco de beneficiários, mesmo tendo ocupado o cargo de senador por apenas 21 dias em 2023.
A lista inclui ainda Flávio Bolsonaro e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. No grupo de ex-senadores, há 50 ex-governadores de estado. A rede credenciada do plano inclui hospitais de referência como Sírio-Libanês e Albert Einstein.
Quem está no plano
Ao todo, são 80 titulares em exercício e 185 ex-parlamentares. Além disso, 165 dependentes de titulares e 134 dependentes de ex-parlamentares compõem a base de beneficiários. O conjunto do benefício é financiado por mensalidades de todos os membros.
Custos e condições
O custo mensal varia conforme o perfil: para o titular e o cônjuge, na faixa de 50 anos, fica em cerca de 600 reais. Filhos entre 31 e 33 anos pagam torno de 1,2 mil, e pais com idade próxima aos 60 anos ficariam em torno de 1 mil.
Observações oficiais
O Senado informou que a regra do benefício vale desde a posse de cada senador e permanece válida mesmo com afastamento. Entre os beneficiários de alto perfil, constam ministros do governo, como Renan Filho, Carlos Fávaro e Camilo Santana.
Perguntas sobre remunerações
Segundo a assessoria, os beneficiários costumam contribuir com mensalidades, incluindo dependentes. Não houve mudança de política formal anunciada, e o custo relativo ao serviço é apresentado como relativamente baixo para o conjunto de serviços oferecidos.
Controvérsias e contexto
A prática de conceder o convênio vitalício permanece dentro da moldura legal vigente no Congresso. A divulgação detalha rendas acumuladas de alguns ex-senadores, mas não representa opinião ou julgamento editorial. O texto descreve exclusivamente fatos apurados sobre o plano.
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