- Organizações indígenas pedem a demarcação de terras no Dia dos Povos Indígenas, citando ameaças como garimpo ilegal, desmatamento e grilagem.
- As entidades Apib, Coiab, Anistia Internacional e Funai divulgaram publicações sobre o tema nas redes sociais.
- A Coiab destaca que a destruição de áreas indígenas afeta o equilíbrio da Amazônia, com secas extremas, queimadas e degradação ambiental.
- A Apib realizou o Acampamento Terra Livre de cinco a onze de abril, em Brasília, reunindo representantes de povos originários.
- A Anistia Internacional afirma que povos indígenas protegem cerca de oitenta por cento da biodiversidade global e defende a demarcação como garantia de direitos.
Organizações indígenas mobilizaram-se no Dia dos Povos Indígenas, neste domingo 19 de abril de 2026, pedindo a demarcação de terras e proteção de territórios diante de ameaças como garimpo, desmatamento e grilagem. A data marca a reivindicação de direitos e autonomia.
A Coiab aponta que a destruição de áreas tradicionais afeta o equilíbrio da Amazônia, com queimadas e degradação ambiental ampliando os impactos. O grupo reforça que invasões não constituem conflito isolado, mas projeto contínuo de exploração.
A Apib organizou o Acampamento Terra Livre, realizado de 5 a 11 de abril em Brasília, reunindo representantes de povos originários do Brasil e de outras nações. O evento destacou a urgência da demarcação como condição de sobrevivência cultural.
A Anistia Internacional destaca que povos indígenas protegem cerca de 80% da biodiversity global e afirma que a celebração só é válida com garantias plenas de direitos para todos os povos originários. A organização reforça a urgência de ações concretas.
A Funai ressalta a importância da valorização e do reconhecimento das populações indígenas, tanto na política indigenista quanto na gestão da fundação. A instituição afirma avanços na demarcação e na autonomia das terras.
O tema ganhou espaço nas redes sociais das entidades, com publicações públicas dos representantes sobre a necessidade de proteção de territórios frente a ameaças contínuas e à exploração de áreas protegidas.
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