- O primeiro-ministro Keir Starmer afirmou que não foi informado de que Peter Mandelson falhou na verificação de segurança (security vetting).
- Starmer disse ao Parlamento que funcionários do Foreign Office poderiam ter informado as recomendações da UK Security Vetting, mantendo a confidencialidade exigida.
- Ele afirmou que, se soubesse antes da nomeação que a UKSV recomendava negar a aprovação, não teria aceitado o cargo.
- Mandelson não obteve a aprovação na verificação de segurança, segundo a reportagem, gerando controvérsia sobre a comunicação interna.
- O episódio destaca questões de comunicação entre o governo e o processo de avaliação de segurança.
Keir Starmer afirmou, durante a sessão da Câmara dos Comuns nesta segunda-feira, que não foi informado por funcionários civis de que Peter Mandelson não passou na avaliação de segurança. O premier ressaltou que não aceitava que autoridades do Foreign Office não tivessem informado as recomendações do UKSV, mantendo ao mesmo tempo os requisitos de confidencialidade.
Segundo Starmer, se tivesse sido informado previamente de que a aprovação de clearance desenvolvido seria negada, não teria seguido com a nomeação de Mandelson. O relato decorre de o que ele chamou de falha de comunicação entre o governo e o gabinete, ainda que não tenha detalhado medidas corretivas.
Contexto e desdobramentos
Starmer afirmou que a questão envolve responsabilidade administrativa e o fluxo de informações entre departamentos. A fala ocorreu no momento em que o governo discute processos de vetting e a necessidade de alinhamento entre indicações políticas e avaliações de segurança. Não houve abertura para novas declarações oficiais até o momento.
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