- O general Fannie Masemola, de 62 anos, foi formalmente acusado de descumprir parte da Lei de Gestão de Finanças Públicas, por suposto falha na oversight em seu cargo.
- O caso envolve um contrato de saúde de $21 milhões, atribuído à Medicare24 Tshwane District em 2024 e cancelado em maio de 2025.
- Desde então, uma dúzia de oficiais seniores da polícia foram acusados de envolvimento na adjudicação do contrato; Masemola é o único ainda sem acusações de corrupção.
- Masemola afirmou que é inocente e o processo foi adiado para 13 de maio, quando se unirá aos demais réus no tribunal.
- Ele é o terceiro chefe de polícia a enfrentar investigação criminal enquanto está no cargo, em meio a uma comissão de inquérito liderada pela Madlanga Commission.
General Fannie Masemola, 62, foi formalmente acusado de falhar em atribuições de supervisão no seu cargo enquanto chefe de polícia, em meio a uma investigação criminal sobre um contrato de saúde. A acusação cita violação à Lei de Gestão de Finanças Públicas.
O processo envolve um edital de 21 milhões de dólares concedido à Medicare24 Tshwane District, empresa do empresário Vusimuzi Matlala, em 2024. O contrato destinava-se a prestar serviços de saúde à Polícia, mas foi cancelado em 2025.
Doze altos oficiais da polícia já foram formalmente acusados em relação à adjudicação do contrato, com indícios de conluio com Matlala. O próprio Matlala também responde por corrupção.
Masemola, que atua como o responsável pela contabilidade da polícia, não foi acusado de corrupção. Ele responde a quatro acusações de violação à seção 38 da Lei de Gestão de Finanças Públicas. A defesa afirmou que ele negava as acusações após a audiência.
Prisão e próximos passos
A audiência de Masemola foi adiada para 13 de maio, quando deverá se unir aos demais 16 acusados, incluindo oficiais superiores e Matlala. O julgamento ocorre no Tribunal de Magistrados de Pretoria.
As investigações fazem parte de uma comissão instalada pelo presidente Cyril Ramaphosa, a Madlanga Commission, para apurar possível corrupção dentro da polícia. A comissão iniciou os trabalhos em setembro do ano passado.
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