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Gilmar Mendes pede a Moraes investigação de Zema no inquérito das fake news

Gilmar Mendes encaminha notícia-crime a Moraes para incluir Romeu Zema no inquérito das fake news; vídeo com deep fake amplia risco institucional, decisão depende da PGR

Ministro do STF criticou vídeo publicado por Zema em que ironiza Gilmar Mendes e Dias Toffoli. (Foto: Carlos Moura/STF)
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  • Gilmar Mendes enviou ao colega Alexandre de Moraes uma notícia-crime pedindo a inclusão de Romeu Zema no inquérito das fake news, que tramita em sigilo.
  • A Procuradoria-Geral da República ainda não se manifestou sobre o pedido.
  • O acionamento teria ocorrido após Zema divulgar vídeo em redes sociais com bonecos simulando uma conversa entre Gilmar Mendes e Dias Toffoli, com uso de deep fake.
  • O texto afirma que o conteúdo fere a honra de Mendes e da Corte, simulando diálogos inexistentes para comprometer a credibilidade do STF.
  • O vídeo faz parte da série Os Intocáveis e contém críticas ao Judiciário, além de insinuações sobre movimentações financeiras; a decisão sobre o andamento depende da PGR.

O ministro Gilmar Mendes, do STF, pediu a Alexandre de Moraes a inclusão de Romeu Zema no inquérito das fake news, ainda sob sigilo. A notícia-crime foi encaminhada por Moraes à PGR, que não se manifestou até o momento.

A solicitação ocorreu após Zema divulgar nas redes um vídeo em que bonecos simulam uma conversa entre Moraes e Dias Toffoli. O conteúdo envolve supostos acordos envolvendo um resort no Paraná e cotas com um fundo ligado a um banqueiro.

Segundo Mendes, o material ultrassegrega imagens elaboradas com tecnologias de deepfake e dano à honra da Corte. O vídeo circulou com ampla repercussão entre seguidores de Zema, elevando o risco institucional.

PGR analisa pedido e próximos passos

O vídeo faz parte da série Os Intocáveis e traz críticas a decisões do STF, incluindo medidas da CPI do Crime Organizado ligada à família de Toffoli. O Ministério Público avaliará se há elementos para advogar o prosseguimento da apuração.

Zema tem feito críticas ao Judiciário, afirmando que ministros não são acima da lei. O ex-governador, em atos públicos, reforçou que o Brasil não pode tolerar “intocáveis” em Brasília.

A decisão sobre o andamento da investigação depende da PGR, que pode arquivar ou prosseguir com as apurações conforme os elementos apresentados.

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