- Em 2024, ocorreu uma tentativa de assassinato contra o presidente Donald Trump em Butler, Pensilvânia; o atacante, de 20 anos, foi morto por agentes do Serviço Secreto e Trump sobreviveu. Um apoiador próximo, Corey Comperatore, foi morto a tiros durante o ataque.
- Desde então, teóricos da conspiração passaram a afirmar, sem evidências, que o ataque foi encenado e está sendo encoberto; a narrativa ganhou força entre membros do movimento MAGA.
- A ideia ganhou impulso após o ex-diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, Joe Kent, afirmar, em entrevista, que investigações foram encerradas, em meio a críticas sobre a falta de detalhes sobre o atirador.
- Diversas figuras conservadoras contribuíram para a disseminação da teoria, incluindo Trisha Hop, Tim Dillon, Candace Owens e Marjorie Taylor Greene, com postagens e comentários questionando a história oficial.
- Há também ligações com temas promovidos por QAnon, com apoiadores discutindo se o episódio sinaliza algo mais amplo, como uma possível referência apocalíptica, segundo alguns ativistas.
O ataque a Trump ocorreu durante um comício ao ar livre em Butler, Pensilvânia, em 13 de julho de 2024. Um atirador de 20 anos, no telhado próximo, atingiu a orelha do presidente; Corey Comperatore, apoiador dele, foi morto. O atirador foi identificado e morto pela Secret Service.
Trump sobreviveu ao episódio, cuja motivação oficial não foi detalhada pela investigação inicial. Autoridades não divulgaram novas informações sobre o atirador ou as circunstâncias do acidente.
Conspirações ganham espaço entre apoiadores
Alguns setores do movimento conservador passaram a questionar o episódio, alegando sem evidência que a tentativa foi encenada e que haveria um encobrimento. As teorias se espalharam online após o ocorrido.
Na prática, a narrativa ganhou força entre figuras associadas ao MAGA, com posts e entrevistas discutindo a possibilidade de encenação. Entre os nomes citados estão comentaristas e políticos ligados ao espectro conservador, sem confirmação de provas.
Conexões e desdobramentos
A discussão ganhou tração ao longo de 2026, quando figuras públicas passaram a discutir a versão de encenação em espaços de entrevista e redes sociais, alimentando o debate entre apoiadores de Trump. As alegações permanecem sem evidência verificada.
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