- Deputados do PDT ajuizaram ação no STF para anular a eleição da Alerj que elegeu Douglas Ruas (PL) presidente, realizada na sexta-feira, 17.
- Eles pedem nova eleição com voto secreto, argumentando que o resultado pode definir o próximo governador-tampão do estado.
- A eleição ocorreu em meio a um movimento de boicote da oposição, que protestou contra o voto aberto; o TJ-RJ rejeitou pedido de voto secreto.
- As parlamentares afirmam que só cabe nova eleição após o STF decidir como será a escolha do governador para o mandato-tampão deste ano.
- O contexto envolve a renúncia do governador eleito Cláudio Castro (PL) e do vice Thiago Pampolha, a cassação do mandato de Rodrigo Bacellar (ex-presidente da Alerj) e a necessidade de definição sobre a governança até o fim do ano.
O PDT entrou com ação no STF para anular a eleição da Alerj que elegeu Douglas Ruas, do PL, à presidência. O pleito ocorreu na sexta-feira, 17, e a sigla pede novo voto com voto secreto. Motivo: protesto contra o voto aberto.
Os parlamentares Martha Rocha e Vitor Júnior representam o PDT. Eles defendem que a eleição tenha validade apenas após decisão do STF sobre o andamento do processo que define a governança do estado, incluindo o tal mandato-tampão.
A iniciativa surge num contexto de instabilidade institucional. O governador eleito Cláudio Castro e o vice renunciaram após condenação pelo TSE. O cenário pode influenciar a definição de quem assume o mandato-tampão até as eleições deste ano.
Contexto institucional e tramitação no STF
O movimento de boicote de oposição abriu espaço para questionamentos sobre a votação. O TJ-RJ havia rejeitado pedido de voto secreto e negou suspensão da eleição até decisão final do STF.
Até a decisão final, o comando do Palácio Guanabara permanece com o presidente do TJ-RJ, desembargador Ricardo Couto. A Corte Federal ainda julga como será a escolha do governador para o mandato-tampão.
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