- O ex-governador Romeu Zema reafirmou que levará sua pré-candidatura à Presidência até o fim, afirmando que a direita estará unida no segundo turno contra Lula.
- Ele disse que a variedade de nomes de direita complica a esquerda ao diluir a artilharia contra um só adversário.
- Zema busca se posicionar como gestor, destacando a experiência como empresário e a atuação em Minas para diferenciar-se de Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado.
- Ainda não definiu um candidato a vice, mas busca um perfil de mulher ou de negro para o posto.
- O político afirmou que o pleito deve ser marcado pelo sentimento de indignação, lembrando a antipolítica de 2018 e sinalizando surpresas em outubro.
O ex-governador Romeu Zema (Novo) informou nesta segunda-feira, 20, que manterá sua pré-candidatura à Presidência até o fim e disse que a direita estará unida no segundo turno, caso haja disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O posicionamento busca assegurar coordenação entre siglas de direita no eventual embate com o atual governo.
Segundo Zema, a presença de muitos candidatos de direita dificulta a mobilização da oposição, que pode diluir o poder de ataque da esquerda. Ele afirmou que, nesse cenário, todos os esforços devem convergir para uma eventual candidatura vitoriosa no segundo turno.
Perfil de gestor e experiência de empresário
O ex-governador ressaltou a experiência como empresário, destacando 30 anos de atuação em Minas Gerais, com atuação em mais de 470 cidades e criação de milhares de empregos. O objetivo é enfatizar uma visão prática sobre a economia e as dores de quem trabalha no Brasil.
Sobre a chapa presidencial, Zema afirmou ainda não ter definido nome para compor a chapa, mas mencionou a preferência por um perfil feminino ou negro. Em relação ao pleito, ele aposta em um momento de indignação entre eleitores, comparando com o sentimento que marcou a eleição de 2018 e sugerindo surpresas nas escolhas de outubro.
Cenário político e expectativas
A fala aponta para uma candidatura centrada na imagem de gestor e em uma oposição unificada, caso haja segundo turno contra o governo atual. A batalha interna da direita, com nomes como o senador Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado, é vista como fator determinante para o desempenho eleitoral.
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