- Romeu Zema afirmou que levará sua candidatura à Presidência até o fim e que a direita ficará unida no segundo turno contra Lula.
- Ele disse que a diversidade de nomes de direita dificulta a esquerda, que terá artilharia diluída ao não ter apenas um candidato.
- Zema ressaltou sua experiência como empresário para se diferenciar de rivais da direita, citando atuação em Minas Gerais e criação de empregos.
- O ex-governador disse não ter um nome definido para a chapa, mas busca perfil de mulher ou de pessoa negra.
- Ele afirmou que o pleito deverá ser marcado pela indignação, com surpresas esperadas em outubro.
O ex-governador Romeu Zema, filiado ao Novo, afirmou que levará sua pré-candidatura à Presidência até o fim. Em entrevista à CNN Brasil, ele disse que a direita estará unida no segundo turno contra o atual presidente Lula, do PT, caso o cenário se confirme.
Zema argumentou que a formação de uma frente com várias lideranças de direita dificulta a atuação da esquerda, pois impede que a oposição concentre seus esforços em um único candidato. Ele garantiu que haverá unidade no segundo turno.
O pré-candidato não indicou nomes para compor a chapa, mas informou que busca perfis de mulher ou de pessoa negra para compor a eventual vice-presidência. Também comentou que o pleito tende a ser marcado pela indignação do eleitorado, semelhante ao clima observado em 2018.
Na trajetória política, Zema destacou a experiência como empresário, lembrando ter passado 30 anos gerindo o Estado de Minas Gerais, atendido 470 municípios e criado mais de 5 mil empregos diretos.
Entre as referências, citou nomes da direita como o senador Flávio Bolsonaro, do Rio de Janeiro, e o ex-governador Ronaldo Caiado, de Goiás, como comparação de perfis internos ao campo oponente. Ele afirmou que a disputa roubará o protagonismo de Brasília.
A fala de Zema reforça a expectativa de que a candidatura de direita permaneça competitiva e que a oposição possa convergir no segundo turno, caso haja disputa contra o atual presidente.
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