- A defesa de Jair Bolsonaro solicitou ao STF autorização para uma cirurgia no ombro, citando quadro de dor persistente e incapacidade funcional.
- O ofício pede que o procedimento seja realizado entre os dias 24 e 25 de abril e acompanha relatório médico que atesta a urgência.
- A solicitação inclui todos os atos médicos preparatórios, internação, realização do procedimento, pós-operatório e reabilitação vinculados ao tratamento cirúrgico.
- A defesa afirma que Bolsonaro está apto à cirurgia, que visa preservar integridade física, funcionalidade do membro e qualidade de vida.
- Bolsonaro cumpre prisão domiciliar temporária desde o final de março, condenado a 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe; está internado no hospital DF Star há 13 dias após broncopneumonia.
O advogado de Jair Bolsonaro encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de autorização para que o ex-presidente seja submetido a uma cirurgia no ombro. A defesa sustenta que ele enfrenta dor persistente e incapacidade funcional no ombro direito, mesmo com tratamento conservador, e faz uso diário de analgésicos.
O ofício solicita que o procedimento ocorra entre os dias 24 e 25 de abril. Um relatório médico é anexado, apontando a urgência da intervenção. A defesa afirma que a autorização deve abranger todos os atos médicos preparatórios, intraoperatórios, de internação, pós-operatórios e reabilitação.
Segundo a defesa, Bolsonaro está apto para o procedimento e a cirurgia é necessária para preservar a integridade física, a função do membro acometido, a qualidade de vida e a dignidade do ex-presidente. Ele cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado.
Bolsonaro está em prisão domiciliar temporária desde o final de março, após o STF conceder o benefício para recuperação de broncopneumonia. Antes disso, ele esteve internado em unidades da PF e da Secretaria de Estado-Maior, além de passagem pelo 19º Batalhão da PM-DF.
Atualmente, o ex-presidente permanece internado no hospital DF Star, em Brasília, há 13 dias. O caso ocorre em meio a debates sobre a possibilidade de procedimentos médicos sob o regime de prisão domiciliar.
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