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Nova ordem executiva de Trump pode impactar políticas sobre psicodélicos

Presidente assina decreto que afrouxa restrições a psicodélicos para pesquisa médica; FDA deve acelerar avaliações e serão destinados 50 milhões de dólares à pesquisa

WASHINGTON, DC - APRIL 18: U.S. President Donald Trump makes an announcement on researching the effects of psychedelic drugs in medical treatment for veterans, on Saturday, April 18, 2026 in the Oval Office at the White House in Washington, D.C. FDA Commissioner Martin Makary, HHS Secretary Robert F. Kennedy Jr. and podcast host Joe Rogan, at rear, were among those who joined Trump. (Photo by Allison Robbert/For The Washington Post via Getty Images)
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  • Em 18 de abril, o presidente assinou uma ordem executiva que afrouxa restrições a drogas psicodélicas, abrindo caminho para pesquisas em tratamentos de saúde mental, com a FDA (Administração de Alimentos e Medicamentos) priorizando a revisão de MDMA, LSD, psilocibina e ibogaína, e pelo menos 50 milhões de dólares destinados a pesquisas estaduais.
  • O montante de cinquenta milhões de dólares iguala o valor já comprometido pelo Texas para pesquisar ibogaína, substância estudada como possível tratamento para dependência de opiáceos e lesões cerebrais; ex-governador Rick Perry cofundou a ONG Americans for Ibogaine em dois mil e vinte cinco.
  • O anúncio ocorreu em reunião no Salão Oval, com a presença de Joe Rogan e autoridades, incluindo Robert F. Kennedy Jr. e o administrador do Centro de Serviços de Medicare e de Medicaid, Mehmet Oz; Rogan informou ter enviado mensagem a Trump sobre ibogaína.
  • O foco da ordem é ampliar o acesso a drogas psicodélicas que, segundo defensores, podem salvar vidas e ajudar na crise de saúde mental nos Estados Unidos; Trump comentou pegando leve sobre a ideia de aprovação pela FDA.
  • A comunidade psicodélica diverge entre defender a aprovação regulatória pela FDA e preservar práticas de conhecimentos indígenas; especialistas avaliam possível impacto internacional, principalmente se a FDA avançar na aprovação de MDMA ou psilocibina.

O presidente dos Estados Unidos assinou uma ordem executiva que afrouxa restrições a drogas psicodélicas, permitindo avanços em pesquisas de tratamentos para saúde mental. A medida orienta a FDA a acelerar a avaliação de substâncias como MDMA, LSD, psilocibina e ibogaína. O governo federal disponibilizará ao menos 50 milhões de dólares para pesquisa em estados.

A ordem sustenta que o objetivo é ampliar o acesso a fármacos que podem salvar vidas e amenizar a crise de doenças mentais graves no país. A medida não legaliza o uso recreativo das substâncias, mas facilita estudos clínicos e aplicações terapêuticas sob supervisão.

Quem está envolvido inclui autoridades federais, como a FDA, o gabinete presidencial e figuras associadas à política de saúde. O anúncio ocorreu no Salão Oval, com participação de integrantes do governo, incluindo representantes de áreas de saúde.

A escolha por ibogaína como elemento central reflete defesa de uso terapêutico para dependência de opioides e lesões cerebrais. A referência específica à substância ganhou destaque após apoio de grupos veteranos e de organizações ligadas à pesquisa psicodélica.

No setor político, a decisão gerou reações diversas. Alguns defensores veem avanço na pesquisa e no tratamento de transtornos resistentes a terapias, enquanto críticos pedem cautela quanto a segurança e eficácia a longo prazo.

O cenário envolve também figuras públicas associadas ao debate. O apresentador Joe Rogan participou da divulgação pública, elogiando a pauta e relatando diálogo com Trump sobre aprovação da FDA para ibogaína.

Entre os apoiadores, o ex-governador Rick Perry está ligado à promoção da ibogaína por meio de uma ONG voltada a pesquisas; ele participou de iniciativas para reduzir barreiras federais. A atuação dele ajuda a moldar o debate sobre a substância.

Especialistas divergem quanto ao impacto global da ordem. Alguns afirmam que autoridades regulatórias internacionais podem seguir o modelo americano, caso haja aprovação de MDMA ou psilocibina. Outros destacam que a implementação ainda é incerta.

A repercussão entre a comunidade psicodélica aponta vantagem e ceticismo. Questões sobre aprovação pela FDA, respeito a saberes tradicionais e proteção de pacientes são citadas como pontos a observar na implementação prática.

A ordem também vincula recursos a pesquisas estaduais, com o objetivo de ampliar o estudo de tratamentos ainda não validados pela medicina formal. O pacote federal busca acelerar estudos clínicos com supervisão médica.

Com relação ao calendário, ainda não há data de conclusão dos processos de aprovação. Analistas ressaltam que a trajetória regulatória pode levar meses ou anos, dependendo de resultados de pesquisas e avaliações de segurança.

  • Elemento: mudança de tema
  • Elemento: financiamento federal para pesquisa
  • Elemento: perspectivas internacionais e de pesquisa clínica

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