- Leniel Borel pediu justiça e defendeu a manutenção da prisão preventiva de Monique Medeiros, afirmando que a soltura coloca em risco testemunhas e a busca pela verdade.
- Monique Medeiros se entregou à Polícia Civil na manhã de segunda-feira, na 34.ª Delegacia de Polícia, em Bangu, após decisão do Supremo Tribunal Federal que determinou o retorno à prisão.
- Gilmar Mendes, do STF, decidiu pela prisão preventiva com base na gravidade dos fatos e em indícios de coação de testemunhas, negando a tese de excesso de prazo.
- Monique já havia conseguido liberdade provisória em 23 de março, pelo TJ-RJ, sob o argumento de prisão ilegal por prazo despropositado; ela permanece detida desde 2021.
- Henry Borel morreu em 8 de março de 2021, aos 4 anos; Jairinho também é réu no caso.
Leniel Borel voltou a falar sobre a morte de Henry Borel, dizendo que não recuará na busca por justiça após a nova prisão de Monique Medeiros. Em vídeo divulgado nas redes, ele defende a manutenção da prisão durante o andamento do processo.
Afirmou que a soltura anterior colocava em risco a investigação e as testemunhas, além de representar um entrave para a verdade. Leniel destacou que manter Monique presa é essencial para o andamento do caso e para a justiça.
Decisão e contexto
Monique Medeiros entregou-se à Polícia Civil do Rio nesta segunda-feira, após decisão do STF que determinou o retorno à prisão. A acusada havia sido solta no mês anterior.
Segundo a Polícia Civil, ela se apresentou na 34ª Delegacia de Polícia, em Bangu, onde foi cumprido o mandado de prisão preventiva. A defensiva alegou ilegalidade da prisão, mas o ministro Gilmar Mendes rejeitou o argumento.
Em março de 2021, Henry Borel, de 4 anos, morreu no apartamento onde morava com Monique e Jairinho. Jairinho também é réu ativo no processo; a Polícia investiga a participação de ambos no ocorrido.
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